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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Às vésperas de testes, Coreia do Norte diz que 1,2 mi de mulheres querem derrotar os EUA

A Coreia do Norte começou o mês de outubro informando que mais de 1,22 milhão de mulheres do país se declararam voluntárias para entrar para o Exército e lutar contra os Estados Unidos, às vésperas de novos testes que devem acontecer nas próximas semanas.


Sputnik

"Todas as mulheres da RPDC [Coreia do Norte] estão cheias de determinação para se tornar uma única força para salvaguardar o país", divulgou a Agência Central de Notícias da Coreia do Norte (KCNA), monitorada em Seul, segundo a agência sul-coreana Yonhap.


Mulheres militares do Exército Popular da Coreia são vistas cantando durante as celebrações do 105 aniversário de Kim Jong-il, fundador da República Popular Democrática da Coreia em abril de 2017
Militares do Exército Popular da Coreia © Sputnik/ Ilia Pitalev

"Mais de 1,22 milhão de mulheres pediu permissão para se juntar ao Exército do povo coreano com vontade de acabar com os imperialistas dos EUA, aqueles desejosos em ‘destruir totalmente a RPDC’, e o número de voluntários cresce diariamente", acrescentou.

À KCNA, as voluntárias disseram que o ressentimento contra os EUA e a vontade de derrotar Washington são os principais motivos para se voluntariar a lutar pelo país asiático. Pyongyang também informou que o número total de civis que se voluntariaram, somando-se homens e mulheres, ultrapassou os 4,7 milhões de norte-coreanos.

A retórica da Coreia do Norte vai ao encontro da promessa do líder do país, Kim Jong-un, de apresentar uma resposta contundente contra as mais recentes ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, contra o país. E ela aparece às vésperas de novos testes que Pyongyang deve conduzir neste mês.

Segundo a inteligência sul-coreana, é possível que a Coreia do Norte conduza novos testes balísticos ou nucleares em pelo menos duas datas: no dia 10 de outubro, quando se celebra o 72º aniversário da fundação do Partido dos Trabalhadores do país; e no dia 18, quando acontece a abertura do 19º Congresso do Partido Comunista da China.

Em 2006, o primeiro teste nuclear da história norte-coreana foi realizado um dia antes do aniversário do partido que comanda o país há décadas.

"Se a provocação do Norte for cronometrada com o congresso do partido da China, isso poderia pretender pressionar os EUA e a China", disse Kim Yong-hyun, professor da Universidade de Dongguk.

A Coreia do Norte também está preparada para celebrar o 20º aniversário do ex-líder Kim Jong-il – pai de Kim Jong-un – sendo eleito o secretário geral do Partido dos Trabalhadores em 8 de outubro.


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