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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Auditoria governamental dos EUA revela novos problemas dos F-35

Com o aumento da quantidade de aviões e sua entrada mais ativa no serviço, as falhas do sistema de manutenção e de reparação dos caças F-35 estão mais evidentes, o que resulta em uma "reduzida disponibilidade operativa", aponta um relatório preliminar sobre a contabilidade do programa.


Sputnik

Enquanto o Pentágono tem acelerado o ritmo de produção de caças de quinta geração F-35, os aviões já construídos carecem de instalações de reparação, adverte o Escritório de Prestação de Contas do Governo dos EUA (GAO, sigla em inglês), em um documento citado pela Bloomberg.


Caça norte-americano F-35 (foto de arquivo)
F-35 Lightining II© flickr.com/ Samuel King Jr

Como exemplo, a entidade estimou o prazo médio de reparação de uma peça em 172 dias, o que faz com que um avião não esteja disponível para voar durante 22% do tempo. A análise corresponde ao período entre janeiro e agosto deste ano.

O GAO sugere que o Pentágono deveria equilibrar melhor "a produção contínua dos aviões e a manutenção de cerca de 250 unidades já fabricadas". Boolmberg recorda que, no total, os EUA planejam fabricar 2.456 caças e fornecer mais 700 a seus aliados.

Ao mesmo tempo, as medidas introduzidas pelo Pentágono e Lockheed Martin (empresa fabricante) apenas "previnem o agravamento da situação", mas não podem recuperá-la levando em conta o ritmo de produção.

O GAO avisa também que as estimações do custo de manutenção dos F-35 ao longo de seus 60 anos de vida útil vai aumentar.

Por sua vez, o Pentágono reconheceu o desequilíbrio quanto ao foco do programa.

"Minha conclusão inicial é que gastamos uma enorme quantidade de tempo na aquisição e muito pouco na sustentabilidade […] Contudo, se analisarmos a maioria de nossos programas, a sustentabilidade ocupa cerca de 70% do tempo", afirmou Ellen Lord, vice-secretária do Pentágono.

O GAO estima que os problemas com as peças de reposição permaneçam por "vários anos a mais", em particular, até 2022, para quando está prevista a construção de seis armazéns militares a fim de resolver o problema em questão.

Ao mesmo tempo, o relatório questiona a intenção do Pentágono de assinar mais contratos em longo prazo com Lockheed, já que este não conseguiu organizar a manutenção apropriada dos aviões.

Assim, este adverte sobre o risco de pagar demais por um serviço "que pode ser insuficiente para as necessidades do caça".


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