Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Auditoria governamental dos EUA revela novos problemas dos F-35

Com o aumento da quantidade de aviões e sua entrada mais ativa no serviço, as falhas do sistema de manutenção e de reparação dos caças F-35 estão mais evidentes, o que resulta em uma "reduzida disponibilidade operativa", aponta um relatório preliminar sobre a contabilidade do programa.


Sputnik

Enquanto o Pentágono tem acelerado o ritmo de produção de caças de quinta geração F-35, os aviões já construídos carecem de instalações de reparação, adverte o Escritório de Prestação de Contas do Governo dos EUA (GAO, sigla em inglês), em um documento citado pela Bloomberg.


Caça norte-americano F-35 (foto de arquivo)
F-35 Lightining II© flickr.com/ Samuel King Jr

Como exemplo, a entidade estimou o prazo médio de reparação de uma peça em 172 dias, o que faz com que um avião não esteja disponível para voar durante 22% do tempo. A análise corresponde ao período entre janeiro e agosto deste ano.

O GAO sugere que o Pentágono deveria equilibrar melhor "a produção contínua dos aviões e a manutenção de cerca de 250 unidades já fabricadas". Boolmberg recorda que, no total, os EUA planejam fabricar 2.456 caças e fornecer mais 700 a seus aliados.

Ao mesmo tempo, as medidas introduzidas pelo Pentágono e Lockheed Martin (empresa fabricante) apenas "previnem o agravamento da situação", mas não podem recuperá-la levando em conta o ritmo de produção.

O GAO avisa também que as estimações do custo de manutenção dos F-35 ao longo de seus 60 anos de vida útil vai aumentar.

Por sua vez, o Pentágono reconheceu o desequilíbrio quanto ao foco do programa.

"Minha conclusão inicial é que gastamos uma enorme quantidade de tempo na aquisição e muito pouco na sustentabilidade […] Contudo, se analisarmos a maioria de nossos programas, a sustentabilidade ocupa cerca de 70% do tempo", afirmou Ellen Lord, vice-secretária do Pentágono.

O GAO estima que os problemas com as peças de reposição permaneçam por "vários anos a mais", em particular, até 2022, para quando está prevista a construção de seis armazéns militares a fim de resolver o problema em questão.

Ao mesmo tempo, o relatório questiona a intenção do Pentágono de assinar mais contratos em longo prazo com Lockheed, já que este não conseguiu organizar a manutenção apropriada dos aviões.

Assim, este adverte sobre o risco de pagar demais por um serviço "que pode ser insuficiente para as necessidades do caça".


Postar um comentário