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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Aumento da presença militar: então, quem está se preparando para atacar?

Os EUA e seus aliados europeus da OTAN usam a alegada invasão russa para justificar e, principalmente, permitir a si próprios atingir seu alvo-chave: posicionar suas forças perto das fronteiras russas.


Sputnik

No âmbito da situação atual quanto às relações russo-americanas, o representante oficial do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, explica por que a mídia ocidental (dos EUA e da Europa) manifestou histeria tremenda quanto aos exercícios táticos russo-bielorrussos Zapad 2017.


Veículo blindado da OTAN no Báltico
Blindado da OTAN no Báltico © AFP 2017/ Anders Wiklund

Anteriormente, o Ministério da Defesa russo comunicou que militares norte-americanos instalaram toda uma divisão na fronteira da Rússia com os países bálticos. Segundo o ministério, na Polônia desembarcou a 2ª brigada armada dos EUA com veículos blindados e, acima de tudo, nos países bálticos foi deixado todo equipamento militar da 3ª brigada norte-americana.

Segundo o major-general russo, o Ocidente acusou a Rússia de realizar manobras para invadir a Polônia, mas as acusações teriam sido usadas para abafar o desembarque da 2ª brigada armada com veículos blindados dos EUA.

"Toda a histeria dos povos bálticos e dos poloneses sobre a ‘ameaça russa' em meio aos exercícios russo-bielorrussos Zapad-2017 não passa de cobertura informacional fraudulenta da operação do Pentágono. Então, quem está se preparando para atacar?", declarou.

Ao mesmo tempo, o aumento da presença militar dos EUA perto das fronteiras russas impulsiona a concentração das Forças Armadas da Rússia para fortalecimento de suas capacidades de defesa na mesma região, opina o vice-presidente do Comitê de Defesa da Duma de Estado, Yuri Shvytkin.

"Sem dúvidas, a escalada de tensões impulsiona o aumento da presença de nossas Forças Armadas nessa direção para cumprimento de questões de defesa do nosso país", sublinhou o deputado.

Entretanto, ele acrescentou que tal comportamento dos EUA é um beco sem saída para os países bálticos.

Em sua opinião, é preciso "realizar tais manobras nas proximidades das fronteiras com o Ocidente [Europa] para que o Ocidente entenda e se dê conta de que nós, como dizem, não estamos cochilando e não engolimos tudo o que eles nos dão, mas sim tomamos medidas de resposta".


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