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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

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Coalizão internacional anuncia rendição de cerca de 100 jihadistas em Raqqa

Cerca de 100 integrantes do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) se renderam nas últimas 24 horas e foram expulsos da cidade síria de Raqqa, considerada a "capital" da organização, informou à Agência Efe o porta-voz americano da coalizão internacional, Ryan Dillon.


EFE

"Nas últimas 24 horas, aproximadamente 100 terroristas do EI se renderam em Raqqa e foram expulsos da cidade. Cerca de 85% de Raqqa já foi liberto do EI", declarou o porta-voz da coalizão liderada pelos Estados Unidos e que apoia as Forças da Síria Democrática (FSD), aliança liderada por curdos, na ofensiva para retomar os territórios ocupados pelos extremistas.


Imagem de famílias sírias refugiadas em Al-Raqqa, terra ocupada pelo Estado Islâmico. EFE/Youssef Rabih
Imagem de famílias sírias refugiadas em Al-Raqqa, terra ocupada pelo Estado Islâmico. EFE/Youssef Rabih

As FSD continuam, segundo a coalizão, "realizando constantes progressos para derrotar o EI dentro e nos arredores de Raqqa e evacuando os civis presos na cidade".

De acordo com Dillon, cerca de 1.500 civis foram resgatados "de maneira segura" pelas FSD ao longo da última semana.

"Ainda esperamos combates difíceis nos próximos dias e continuaremos apoiando os nossos aliados das FSD na luta contra o EI até que o grupo seja completamente derrotado com Inteligência, ataques de precisão e assessoria nos combates", analisou.

O porta-voz não respondeu às informações divulgadas neste sábado pelo Observatório Sírio de Direitos Humanos de que tinham chegado a um acordo com o grupo jihadista para evacuar os combatentes sírios - que segundo a ONG já partiram - e os estrangeiros que permanecem em Raqqa.

O porta-voz disse apenas que o Conselho Civil de Raqqa, criado por milícias curdas, e líderes tribais conversaram sobre "como evacuar os civis em Raqqa", sem detalhar se também está sendo abordada a saída dos radicais, mas disse que estas conversas "demonstram a importância da governança local".

O Observatório Sírio informou neste sábado sobre a saída dos combatentes sírios e de suas famílias, que, segundo fontes, se dirigiram em comboios para lugares "indeterminados" nos arredores orientais da província de Deir ez-Zor, vizinha à Raqqa, o que supõe a rendição dos extremistas devido a um acordo entre as FSD e a coalizão com o EI.

Por outro lado, a ONG alegou que há outro processo de evacuação para os combatentes estrangeiros do EI que terminará "nas próximas horas".

Apesar desses dados, o porta-voz da principal milícia curdo-síria, as Unidades de Proteção do Povo (YPG), Nouri Mahmoud, desmentiu categoricamente à Agência Efe ontem que estejam ocorrendo negociações.


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