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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Coalizão internacional liderada pelos EUA permite que Daesh fuja de Raqqa

Os militantes do Daesh, organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países, vão deixar Raqqa cercada após chegar a um acordo com as Forças Democráticas da Síria, que se manifestam leais à coalizão internacional liderada pelos EUA, comunica a mídia internacional.


Sputnik

Segundo disse à Reuters Omar Allush, membro do conselho municipal de Raqqa, foi permitido que os terroristas deixem a cidade na noite de 15 de outubro. Ao mesmo tempo, eles planejam levar consigo cerca de 400 civis como escudo humano.


Combatentes das Forças Democráticas da Síria se preparam para disparar contra posições do Daesh na província de Raqqa, na Síria
Combatentes das FDS em Raqqa © REUTERS/ Rodi Said

Ele adiantou que na cidade permanecem ainda combatentes estrangeiros do Daesh, cujo número preciso se desconhece.

Os terroristas conquistaram Raqqa em 2013 e, desde então, ela tem sido considerada como capital do autoproclamado califado do Daesh. Em junho, a coalizão internacional liderada pelos EUA começou o assalto da cidade.


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