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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Como vão EUA responder às ameaças norte-coreanas de abater seus aviões?

Os bombardeiros estadunidenses continuarão voando perto do espaço aéreo da Coreia do Norte, declarou o comandante da Força Aérea do Pacífico dos EUA, Terrence J. O'Shaughnessy.


Sputnik

Os Estados Unidos não reduzirão as atividades da sua Força Aérea no Pacífico tendo em conta as ameaças de Pyongyang de abater bombardeiros estadunidenses, incluindo nas proximidades do espaço aéreo norte-coreano, a agência AFP cita as palavras do comandante, pronunciadas na sexta-feira (29) durante a reunião de chefes da Forças Aéreas de 17 países do Pacífico, realizada no arquipélago estadunidense de Havaí.


Bombardeiro B-1B da Força Aérea dos EUA
B-1B Lancer | CC0 / United States Air Force / Staff Sgt. Bennie J. Davis III

"Estamos certos de que devemos ter a possibilidade de voar e de navegar onde as normas internacionais nos permitam, e continuamos a fazê-lo", destacou.

Além disso, o alto funcionário militar sublinhou que a liberdade de manobras no âmbito do direito internacional constitui uma parte importante da ordem internacional e que todas as nações têm que respeitar as normas que têm garantido, durante décadas, a prosperidade da região do Pacífico.

Os Estados Unidos e a Coreia do Sul realizaram numerosos exercícios militares conjuntos, incluindo a simulação de bombardeios na península coreana, o que, por sua vez, contribuiu para aumentar as tenções nas relações com a Coreia do Norte.


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