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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Coreia do Norte reconhece Crimeia como parte da Rússia

A Coreia do Norte publicou um mapa nesta quinta-feira (12) em que coloca a Crimeia como parte da Rússia, afirmou a embaixada da Rússia na Coreia do Norte em sua página no Facebook.


Sputnik

De acordo com a publicação, o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte expressou sua posição sobre a questão na Organização das Nações Unidas (ONU) e considera a Crimeia uma "parte integrante da Federação da Rússia". Pyongyang também afirma reconhecer as Ilhas Curilas como parte do território russo.


Vista da baía de Balaklava na cidade de Sevastopol, Crimeia
Baía de Balaklava, Sevastopol, Crimeia © Sputnik/ Vladimir Sergeev

A embaixada russa na Coreia do Norte publicou o seguinte texto:

"A editora Enciclopédia Científica (República Popular Democrática da Coreia) publicou um novo atlas político do mundo. Nós reparamos que a península da Crimeia (páginas 240-242) já foi pintada em cores russas. Segundo nos explicou o Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia, a República respeita os resultados do referendo realizado na Crimeia sobre a adesão da península à Federação da Rússia, considera que os seus resultados são legítimos e correspondem às normas da lei internacional. A República Popular Democrática da Coreia manifestou oficialmente a sua posição sobre a questão durante a votação na ONU, baseando-se no fato de que a Crimeia é parte integrante da Rússia. Pyongyang tem postura semelhante em relação à pertinência das Ilhas Curilas (página 233)."

A Crimeia voltou a fazer parte da Rússia em março de 2014 após um golpe na capital ucraniana levar ao poder um governo nacionalista. A mudança ocorreu após um referendo indicar que 97% da população local apoiava a decisão. A Ucrânia, bem como a União Européia, os Estados Unidos e seus aliados não reconheceram o movimento e consideram a península como um território ocupado.

Já as autoridades russas afirmam que todo o processo seguiu as diretrizes do direito internacional.


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