Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
Sputnik

Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

Damasco exige 'imediata' retirada do exército turco da Síria

Poucos dias depois das tropas turcas e seus veículos armados entrarem na província síria de Idlib, seguindo o anúncio da segunda operação militar da Turquia no país vizinho, Damasco teria protestado fortemente contra a ação.


Sputnik

De acordo com a agência de notícias síria SANA, citando uma fonte no Ministério de Relações Exteriores da Síria, Damasco exigiu a retirada "imediata e incondicional" das tropas turcas do país.


A cidade síria de Idlib
Cidade de Idlib, Síria © REUTERS/ Ammar Abdullah

Uma fonte oficial no ministério disse à SANA que a Síria condena a incursão das unidades do exército turco na província de Idlib, chamando-a de "flagrante agressão contra a soberania e integridade territorial da Síria e uma flagrante violação do direito e das normas internacionais".

A operação turca que a fonte de Damasco descreveu como uma "agressão" não tem nada a ver com os acordos alcançados durante a última rodada das negociações de paz sírias em Astana, negociados pela Rússia, Irã e Turquia, informou a SANA.

A condenação de Damasco pela operação turca em Idlib ocorreu vários dias depois de soldados turcos, incluindo forças especiais, e 30 veículos blindados entrarem em Idlib, na noite de quinta-feira.

De acordo com o Estado-Maior turco, as forças armadas turcas que operam na zona desmilitarizada de Idlib observarão o cessar-fogo, assegurarão entregas de ajuda humanitária e criarão condições para que a população volte para suas casas.

A atuação turca começou no dia 12 de outubro, dentro do quadro dos acordos alcançados em Astana.

A segunda operação militar turca na Síria foi anunciada pelo presidente Recep Tayyip Erdogan em 7 de outubro.

Atualmente, Idlib é controlada principalmente pelo Tahrir al-Sham, um grupo militante liderado pelos terroristas da Frente Al-Nusra, ex-afiliada síria da Al-Qaeda. O grupo não é parte do acordo sobre a criação de uma zona desmilitarizada na província, acordada durante as conversas de paz sírias em Astana negociadas pela Rússia, Irã e Turquia.

A operação Idlib é a segunda operação militar turca no solo sírio. De agosto de 2016 a março de 2017, a campanha do Eufrates Shield do Exército turco, conduzida também com os combatentes rebeldes da FSA, foi conduzida com o objetivo de limpar a cidade fronteiriça síria de Jarablus e a área circundante do grupo terrorista Daesh.


Postar um comentário