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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

É revelado como Pyongyang pode matar 90% da população dos EUA

Um pulso eletromagnético, provocado por uma explosão nuclear, pode levar à morte da maioria da população norte-americana.


Sputnik

Um relatório feito para o Congresso dos EUA destaca que uma bomba atômica cria um pulso eletromagnético que avaria o equipamento eletrônico. Uma explosão forte fora da atmosfera sobre o território estadunidense pode deixar todo o continente sem eletricidade e provocar acidentes aéreos.


Líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, vâ lançamento de foguete (foto de arquivo)
Kim Jong-un assiste lançamento de míssil da Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

"A Coreia do Norte não precisa de mísseis balísticos intercontinentais para representar uma ameaça. Pyongyang pode usar seus foguetes-portadores para levar uma arma nuclear através da trajetória do Polo Sul e a fazer explodir sobre o território dos EUA. Uma arma de pulso eletromagnético […] pode caber em satélites Kwangmyongsong-3 (KMS-3) e Kwangmyongsong-4 (KMS-4). Estes dois satélites orbitam presentemente sobre os EUA. A trajetória do Polo Sul dos KMS-3 e KMS-4 evita os radares de alerta precoce de mísseis balísticos e a Defesa Nacional de Mísseis.Isso provocará um pulso eletromagnético de alta frequência. Em resultado, os sistemas de energia elétrica ficarão desligados por um prazo desconhecido, o que durante um ano resultará na morte de até 90% da população dos EUA", afirmam os autores do relatório citados pelo portal Business Insider.

No entanto, como destaca o portal, a ideia de que a Coreia do Norte pode usar um ataque de pulso eletromagnético é absurda. O centro de informação técnica do Pentágono, ainda em 2008, chegou à conclusão que tal pulso não conseguirá desligar um carro mais de três vezes em 37.

Aliás, para a criação de um pulso eletromagnético forte será necessário algo mais do que uma explosão nuclear. E, como a influência dos campos eletromagnéticos é pouco previsível, muito provavelmente a Coreia do Norte preferirá um simples ataque contra qualquer cidade dos EUA.

A tensão entre Pyongyang e Washington aumentou depois das manobras conjuntas da Coreia do Sul e EUA para treinar um ataque contra Coreia do Norte em caso de guerra. A Coreia do Norte se sentiu ameaçada e passou a aumentar seu potencial de mísseis e nuclear.


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