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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Estranhos 'incidentes fisiológicos' paralisam pilotos de caças F-35 dos EUA

O número de casos não explicados de problemas de saúde entre os pilotos de caças F-35 atingiu 29, 10 dos quais ocorreram apenas em 2017.


Sputnik

Nos últimos anos a Força Aérea dos EUA registou um aumento significativo dos assim chamados "episódios fisiológicos", casos inexplicáveis de diversos problemas de saúde dos pilotos de aviões de combate F-35. No período de 2006 a 2017 foram registados 29 incidentes deste tipo, um terço dos quais teve lugar este ano, informa o portal Aviation Week, ciado pelo RT.


Caça F-35 being sendo reabastecido na Base Aérea de Eglin, na Flórida
F-35 Lightning II da USAF | Samuel King Jr./ for U.S. Air Force

5 dos 10 "episódios fisiológicos" no ano em curso foram registados de 2 de maio a 8 de junho entre os pilotos da Base da Força Aérea de Luke, na Arizona, após que os voos dos F-35 foram suspensos temporariamente.

O coronel Ben Bishop que também é piloto deste tipo de aeronaves, comunicou ao portal que após a retomada de voos na base, foram registrados mais três "episódios fisiológicos", mas os sintomas observados eram menos graves do que nos casos anteriores.

Bishop explicou que os especialistas ainda não encontraram a razão do problema. Os sintomas podem estar relacionados à hipóxia (redução de oxigénio no sangue), à hipercapnia (aumento do gás carbônico no sangue), ou à hipóxia tecidual (diminuição do oxigênio nos tecidos) ou são resultado de outras afeções em resultado de descompressão, desidratação, falta de sono ou excesso de trabalho.

Os especialistas não encontraram qualquer falha no sistema de controle dos níveis de oxigênio na aeronave, por isso Bishop assegurou que os "episódios fisiológicos" não estão relacionados à contaminação na cabine ou ao sistema de fornecimento de oxigênio.


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