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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

'EUA querem transformar Raqqa no centro de uma Síria não controlada por Bashar Assad'

Financiando a reconstrução da cidade de Raqqa, os países da coalizão liderada pelos EUA perseguem o objetivo de transformá-la em "capital de outra Síria", não controlada pelo presidente da Síria Bashar Assad, afirmou o vice-presidente da Comissão de Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia, Franz Klintsevich.


Sputnik

Em 20 de outubro, as forças árabes e curdas das Forças Democráticas da Síria (FDS), apoiadas pela coalizão internacional liderada pelos EUA, anunciaram a libertação completa de Raqqa do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia).


Um combatente norte-americano, que está lutando ao lado das Forças Democráticas da Síria, segura bandeira do seu país
Militar dos EUA junto a terroristas na Síria © REUTERS/ Rodi Said

"O envio urgente de milhões de dólares e euros a Raqqa é apenas mais um exemplo de que a coalizão liderada pelos EUA aplica padrões duplos na Síria, um exemplo da divisão em "amigos-inimigos", explicou o senador.

Ele disse que se trata de "tentativas separatistas de transformar Raqqa no centro de outra Síria, uma Síria não controlada por Bashar Assad", enquanto "restaurar a vida pacífica na cidade é apenas um pretexto".

Mais cedo hoje (22), o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, disse que o Ministério da Defesa russo trata com suspeita a intenção urgente dos membros da coalizão liderada pelos EUA de alocar ajuda financeira a Raqqa em meio a repetidas recusas de entregar ajuda humanitária aos sírios afetados pela guerra civil.

A cidade de Raqqa esteve sob controle do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia) desde 2013, a cidade era considerada a capital não oficial dos terroristas. Em 2016, a coalizão liderada pelos EUA anunciou o início da operação para libertar a cidade. Conforme o comunicado das FDS, a operação durou 134 dias.


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