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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

'EUA querem transformar Raqqa no centro de uma Síria não controlada por Bashar Assad'

Financiando a reconstrução da cidade de Raqqa, os países da coalizão liderada pelos EUA perseguem o objetivo de transformá-la em "capital de outra Síria", não controlada pelo presidente da Síria Bashar Assad, afirmou o vice-presidente da Comissão de Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia, Franz Klintsevich.


Sputnik

Em 20 de outubro, as forças árabes e curdas das Forças Democráticas da Síria (FDS), apoiadas pela coalizão internacional liderada pelos EUA, anunciaram a libertação completa de Raqqa do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia).


Um combatente norte-americano, que está lutando ao lado das Forças Democráticas da Síria, segura bandeira do seu país
Militar dos EUA junto a terroristas na Síria © REUTERS/ Rodi Said

"O envio urgente de milhões de dólares e euros a Raqqa é apenas mais um exemplo de que a coalizão liderada pelos EUA aplica padrões duplos na Síria, um exemplo da divisão em "amigos-inimigos", explicou o senador.

Ele disse que se trata de "tentativas separatistas de transformar Raqqa no centro de outra Síria, uma Síria não controlada por Bashar Assad", enquanto "restaurar a vida pacífica na cidade é apenas um pretexto".

Mais cedo hoje (22), o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, disse que o Ministério da Defesa russo trata com suspeita a intenção urgente dos membros da coalizão liderada pelos EUA de alocar ajuda financeira a Raqqa em meio a repetidas recusas de entregar ajuda humanitária aos sírios afetados pela guerra civil.

A cidade de Raqqa esteve sob controle do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia) desde 2013, a cidade era considerada a capital não oficial dos terroristas. Em 2016, a coalizão liderada pelos EUA anunciou o início da operação para libertar a cidade. Conforme o comunicado das FDS, a operação durou 134 dias.


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