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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

EUA reconhecem que terroristas ligados à Frente al-Nusra usaram armas químicas

Pela primeira vez, os EUA reconhecem que os terroristas ligados à Frente al-Nusra usaram armas químicas na Síria, informa o Ministério da Defesa russo.


Sputnik

Igor Konashenkov, representante oficial do Ministério da Defesa da Rússia, também lembrou que em Idlib "é conhecido só um caso de uso de armas químicas – em Khan Shaykhun".


Tropas russas de Defesa Radiológica, Química e Biológica
Soldados russos de defesa radiológica, química e biológica © Sputnik/ Pavel Lisitsyn

"Contudo, os EUA acusaram as tropas governamentais sírias dos ataques químicos. E aqueles que os organizaram foram chamados de 'oposição moderada'", disse Konashenkov.

Igor Konashenkov sublinhou que a Força Aeroespacial da Rússia que atua na Síria, contrariamente aos EUA e à sua coalizão, que reduziu Raqqa a cinzas, não alveja os civis e as suas casas.

Salienta-se que "com base na declaração oficial do Departamento de Estado, agora tudo está claro: em Idlib atua um grupo terroristas ligado à Al-Qaeda chamado Frente al-Nusra que não só possui, mas usa armas químicas contra os civis".

Konashenkov adicionou que "apenas não se entende para que precisou Washingtone do ruidoso e dispendioso ataque com mísseis Tomahawk contra a base aérea síria de Shayrat. Poderiam ter queimado dezenas de milhões de dólares com mais utilidade: para efetuar golpes contra os terroristas da Frente al-Nusra".

Konashenkov continuou dizendo que "quanto às referências no texto aos alegados bombardeamentos por parte da aviação russa da cidade de Idlib, aqui o Departamento de Estado, para dizer o mínimo, engana-se e os civis norte-americanos não têm motivos para receios. A aviação russa que atua na Síria não alveja os povoados, ao contrário dos EUA e da sua coalizão".


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