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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Forças Democráticas da Síria começam fase decisiva da operação de assalto a Raqqa

As tropas curdas e árabes das Forças Democráticas da Síria (FDS) declararam o início da operação de assalto decisiva a Raqqa após a evacuação dos civis e entrega de 275 terroristas do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia).


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Anteriormente, a coalizão internacional liderada pelos EUA havia informado sobre o alcance de um acordo com o conselho municipal de Raqqa para realizar a evacuação dos civis.


Combatentes das Forças Democráticas da Síria (FDS) em Raqqa (foto de arquivo)
Combatentes das FDS em Raqqa © REUTERS/ Rodi Said

"Os esforços do conselho de anciãos da província de Raqqa de evacuar da cidade os civis e de entregar 275 mercenários e suas famílias foram bem-sucedidos", informaram as FSD no seu site.

De acordo com elas, depois disso começou a batalha com o objetivo de "pôr fim à presença dos terroristas do Daesh na cidade".

Segundo a aliança apoiada pelos EUA, a coalizão controla cerca de 90 por cento de Raqqa. Damasco considerou as ações das tropas curdas e árabes como ilegais.

Hoje de manhã, a agência Reuters, com referência a Omar Allush, membro do conselho municipal de Raqqa, informou que foi permitido que os terroristas deixem a cidade na noite de 15 para 16 de outubro. Ao mesmo tempo, eles planejam levar consigo cerca de 400 civis como escudo humano.


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