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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
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Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Fuzileiro dos EUA: estamos em uma 'prisão flutuante'

Os fuzileiros navais que servem em um dos navios de guerra mais importantes da Sétima Frota da Marinha dos EUA estão desmoralizados e têm medo de ter de derrubar os mísseis norte-coreanos porque não estão preparados, informou a revista norte-americana Navy Times.


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Um informe baseado em um inquérito anônimo realizado entre os membros de tripulação do cruzador de mísseis guiados Shiloh revelou que os fuzileiros navais desse navio estão esgotados, desesperados e alguns deles já pensaram em suicidar-se devido ao ambiente opressivo criado no navio pelo seu comandante, o capitão Adam M. Aycock. Muitos membros da tripulação disseram que se sentem como se estivessem em uma “prisão flutuante”.


Míssil padrão 3 (ou Standard Missile Three, SM-3) da Marinha americana é disparado do USS Shiloh
Lançamento de um míssil SM-3 do USS Shiloh © AFP 2017/ US NAVY

"Agora odeio o meu navio", "não confiamos no comandante", são apenas alguns dos comentários desses marines. Foi relatado que o comandante do Shiloh é muito temido por seus subalternos porque, se alguém comete um pequeno erro, ele é castigado com trabalhos no convés por vários dias, onde são alimentados apenas com pão e água.

Segundo o artigo, os fuzileiros navais estão sobrecarregados e muitas vezes insuficientemente treinados, enquanto alguns trabalhos vitais de reparação do navio permanecem incompletos. "É apenas uma questão de tempo até ocorrer algo horrível", "parece que é uma corrida para ver o que se quebra primeiro, o navio ou sua tripulação", declararam os fuzileiros navais na pesquisa.

O Shiloh é um navio vital para os EUA na defesa contra mísseis balísticos no Pacífico Ocidental, cuja missão é conter a Coreia do Norte e os navios militares chineses e russos.

"Simplesmente rezo para que nunca tenhamos de derrubar um míssil da Coreia do Norte, porque então nossa ineficiência será descoberta", disse um dos fuzileiros.

Os problemas na Marinha dos EUA chamaram a atenção do Pentágono depois de dois recentes incidentes que resultaram na morte de 17 marinheiros. Na manhã de 17 de junho, o destróier norte-americano USS Fitzgerald colidiu com o navio mercante filipino ACX Crystal a 20 quilômetros da costa do Japão. Em 21 de agosto o destróier USS John McCain da Marinha dos Estados Unidos chocou com um navio mercante perto da costa de Singapura.


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