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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Hungria dá machadada em planos da Ucrânia e OTAN

Budapeste bloqueou a convocação da cúpula Ucrânia-NATO, que devia ser realizada em dezembro. A decisão da Hungria foi anunciada pelo ministro do Exterior, Peter Szijjarto.


Sputnik

"A Hungria não pode apoiar o desejo de integração [na organização] da Ucrânia, por isso, vetou a convocação de uma cúpula OTAN-Ucrânia em dezembro", disse o ministro.


Peter Szijjarto, ministo das Relações Exteriores da Hungria
Ministro do Exterior da Hungria Peter Szijjarto© AP Photo/ Ivan Sekretarev

Ele enfatizou que Budapeste é contra a lei ucraniana da educação que, de acordo com os húngaros, não respeita os direitos das minorias nacionais.

Szijjarto lembrou que, após a aprovação do projeto de lei da educação por parte do parlamento ucraniano, a Hungria prometeu usar todos os instrumentos diplomáticos ao seu alcance para que Kiev retirasse a lei que "suspende gravemente" os direitos das minorias nacionais. Segundo o ministro, a reforma da educação na Ucrânia é uma "facada nas costas".

Além disso, o ministro explicou que o parlamento ucraniano pretende aprovar projetos de lei sobre a língua e cidadania que podem "ameaçar a comunidade húngara da Transcarpátia".

Szijjarto ressaltou que é impossível contornar o veto húngaro por que para a convocação da cúpula OTAN-Ucrânia é necessário o apoio unânime de todos os países integrantes da organização.

O parlamento ucraniano aprovou a nova lei da educação em 5 de setembro, e o presidente Pyotr Poroshenko assinou o decreto em 25 do mesmo mês. O documento estabelece que as minorias nacionais podem aprender nas escolas na sua língua materna apenas até o quinto grau — entre os 11 e 12 anos de idade — e depois continuar a sua educação apenas em ucraniano.

Após a aprovação da lei, Szijjarto declarou que Budapeste exigiria uma revisão do Acordo de Associação entre a Ucrânia e a União Europeia. Também se recusou a se reunir com seu homólogo ucraniano, Pavel Klimkin, que queria discutir os detalhes da reforma educativa. O ministro do Exterior húngaro explicou que a lei deveria ter sido submetida a debate antes de sua aprovação.


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