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Turquia acionará judicialmente os EUA, caso entregas dos F-35 sejam bloqueadas

Segundo o porta-voz do presidente turco, Ibrahim Kalin, a Turquia recorrerá a medidas jurídicas caso as entregas dos F-35 sejam bloqueadas pelos EUA.
Sputnik

Ibrahim Kalin citou para a mídia turca que "não é nada fácil rescindir este contrato, somos parte de um contrato multilateral, cumprimos com todas as exigências e pagamos, caso os EUA não cumpram, recorreremos à lei".

O Congresso americano decidiu recentemente suspender as entregas dos caças americanos de quinta geração F-35 à Turquia devido aos planos de Ancara de adquirir o sistema de defesa antiaérea russo S-400, além de ameaçá-la com sanções em diversas ocasiões, como citado em artigo da Sputnik Mundo.

O avançado sistema antiaéreo S-400 Triumph (SA-21 Growler, na classificação da OTAN) é capaz de abater alvos aéreos com tecnologia furtiva, mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos táticos e táticos-operacionais, tem um alcance de até 400 km e pertence à geração 4+, sendo duas vezes mais eficaz que seus antecessores.

Os se…

Índia e Japão iniciam exercício de guerra antissubmarino

As Marinhas Indiana e Japonesa iniciaram ontem um intenso exercício de guerra antissubmarino no Oceano Índico, disse um funcionário da defesa.


Poder Naval

O exercício no mar da Arábia será concluído em 31 de outubro, disse em um tweet o porta-voz da Marinha da Índia, Capitão D.K. Sharma.

P-3C da JMSDF

Um avião de combate antissubmarino de longo alcance P-8I da Indian Navy e dois aviões P-3 Orion da Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMDSF) participarão do exercício.

As aeronaves P-3 Orion chegaram à estação naval INS Hansa em Goa no domingo para o exercício, que acontece ao mesmo tempo em que aumenta a presença de navios e submarinos chineses no Oceano Índico e Pequim assume uma postura agressiva no Mar da China Meridional.

A segurança marítima e a liberdade de navegação também ocuparam um lugar proeminente nos recentes diálogos de defesa bilaterais e multilaterais da Índia.

A Índia e o Japão, juntamente com os EUA, também se concentraram na guerra antissubmarino no exercício trilateral Malabar, em julho deste ano. A China havia dito naquela época que esperava que o exercício não visasse outros países.

A segurança marítima foi um assunto chave durante as interações entre o ministro da Defesa, Nirmala Sitharaman, e a ministra francesa da Defesa Florence Parly, bem como com o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, durante suas recentes visitas. Quando o ministro da Defesa, Arun Jaitley, foi ao Japão para um diálogo de defesa bilateral em setembro, a segurança marítima voltou a ser focada.

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