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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Militantes atacam base militar da Somália e deixam ao menos 22 mortos

Armas e carros-bomba foram usados para tomar controle de uma base militar e de uma cidade próxima, Barire, 50 quilômetros a sudoeste de Mogadíscio.


Reuters

Duas explosões perto de Mogadíscio, capital da Somália, mataram ao menos 22 pessoas neste sábado (14). O primeiro ataque atingiu uma área movimentada da cidade onde ficam escritórios do governo, hotéis e restaurantes, destruindo vários edifícios e dezenas de veículos.

Forças de Segurança resgatam um ferido em ata que em Mogadíscio, Somália (Foto: Reuters/Feisal Omar)
Forças de Segurança resgatam um ferido em ata que em Mogadíscio, Somália (Foto: Reuters/Feisal Omar)
Cerca de duas horas depois, outra explosão ocorreu no distrito de Madina, perto da capital.

Militantes usaram armas e carros-bomba para tomar controle de uma base militar e de uma cidade próxima, Barire, que fica 50 quilômetros a sudoeste de Mogadíscio.

Os combatentes também levaram 11 caminhonetes equipadas com metralhadoras, disse Abdiasis Abu Musab, porta-voz de operações militares do Al Shabaab, grupo islâmico radical ligado à rede Al Qaeda, que luta para derrubar o governo central apoiado pela ONU e pela União Africana.

"Os outros soldados correram desordenadamente para a floresta. Nós controlamos agora a base e o vilarejo", disse.

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