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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Moscou pode sair do Ato fundador Rússia-OTAN devido às ações norte-americanas

Moscou pode sair do Ato fundador entre Rússia e OTAN de 1997, caso os EUA continuem aumentando presença na Polônia e nos países bálticos, disse à Sputnik o primeiro vice-presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia, Frants Klintsevich.


Sputnik

Anteriormente, o Ministério da Defesa russo comunicou que militares norte-americanos instalaram toda uma divisão na fronteira da Rússia com os países bálticos. Segundo o ministério, na Polônia desembarcou a 2ª brigada armada dos EUA com veículos blindados e, acima de tudo, nos países bálticos foi deixado todo equipamento militar da 3ª brigada norte-americana.


Tanques da OTAN na Letônia, perto da fronteira com a Rússia
Tanques da OTAN na fronteira da Letônia com a Rússia © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

"Se tais ações continuarem, o Ato fundador deve ser suspenso para atrair atenção da comunidade internacional a esses processos", declarou Klintsevich.

Ele frisou que a decisão será tomada pelo presidente da Rússia, bem como pelos Ministérios das Relações Exteriores e da Defesa.

"Mas é óbvio que com os EUA, através de suas ações, estão fazendo de tudo para que Rússia saia do Ato fundador", notou Klintsevich.


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