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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Moscou pode sair do Ato fundador Rússia-OTAN devido às ações norte-americanas

Moscou pode sair do Ato fundador entre Rússia e OTAN de 1997, caso os EUA continuem aumentando presença na Polônia e nos países bálticos, disse à Sputnik o primeiro vice-presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia, Frants Klintsevich.


Sputnik

Anteriormente, o Ministério da Defesa russo comunicou que militares norte-americanos instalaram toda uma divisão na fronteira da Rússia com os países bálticos. Segundo o ministério, na Polônia desembarcou a 2ª brigada armada dos EUA com veículos blindados e, acima de tudo, nos países bálticos foi deixado todo equipamento militar da 3ª brigada norte-americana.


Tanques da OTAN na Letônia, perto da fronteira com a Rússia
Tanques da OTAN na fronteira da Letônia com a Rússia © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

"Se tais ações continuarem, o Ato fundador deve ser suspenso para atrair atenção da comunidade internacional a esses processos", declarou Klintsevich.

Ele frisou que a decisão será tomada pelo presidente da Rússia, bem como pelos Ministérios das Relações Exteriores e da Defesa.

"Mas é óbvio que com os EUA, através de suas ações, estão fazendo de tudo para que Rússia saia do Ato fundador", notou Klintsevich.


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