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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
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Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Mudança de tática – califado expande-se pelo planeta, avisa Serviço Federal de Segurança

Depois da derrota na Síria e no Iraque os comandantes extremistas mudaram de tática: querem criar uma rede terrorista global fora do Oriente Médio, disse o diretor do Serviço Federal de Segurança (FSB, na sigla russa) Aleksandr Bortnikov.


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O tema foi abordado no seu discurso inaugural da reunião dos diretores de serviços secretos, órgãos de segurança e de aplicação da lei dos parceiros estrangeiros do FSB, que se realiza em Krasnodar em 4-5 de outubro.


Bandeira do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico)
Bandeira do Daesh (Estado Islâmico) © REUTERS/ Ali Hashisho

Segundo Bortnikov, os terroristas sofrem grandes perdas graças às ações eficazes do exército sírio e da Força Aeroespacial da Rússia, bem como por causa das operações da coalizão internacional no Iraque. Os agrupamentos jihadistas perderam o controle sobre a maior parte dos territórios e perto das zonas petroleiras. Foi reduzida a sua base económica, que permitia financiar não só grandes unidades dos terroristas, mas também os seus aliados fora da Síria e Iraque.

"O conjunto dos fatores indicados e a compreensão da ameaça da derrota completa nas áreas anteriormente dominadas fizeram com que os cabecilhas da organização terrorista mudassem a estratégia das ações futuras", declarou o diretor do FSB.

Testemunho disso, segundo Bortnikov, é o caráter e a geografia extensa dos recentes ataques terroristas.

"No ano corrente, o número de vítimas de ataques no Afeganistão, Síria, Irã, Iraque, Egito, Mali, Turquia, Rússia, Reino Unido, Espanha, Suécia, Finlândia e outros países conta-se em várias centenas", disse o diretor do FSB.

Ele adicionou que os terroristas lançaram um desafio a toda a humanidade civilizada e querem semear o pânico em várias regiões do mundo, intimidar os países que travam uma luta contra eles. Os extremistas procuram também mostrar aos aliados e patrocinadores "a viabilidade e capacidade para levar a cabo ações no futuro".

"Atualmente, os líderes da organização terrorista internacional estão alocando os recursos na sua disposição. Os militantes "espalham-se" propositadamente para fora da região do Oriente Médio, concentram-se nas zonas instáveis para criar lá novas fontes de tensão e conflitos armados", indica Bortnikov.

De acordo com ele, ao mudar radicalmente de estratégia, os terroristas tentam adaptar-se rapidamente às novas circunstâncias.


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