Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
Sputnik

Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Mudança de tática – califado expande-se pelo planeta, avisa Serviço Federal de Segurança

Depois da derrota na Síria e no Iraque os comandantes extremistas mudaram de tática: querem criar uma rede terrorista global fora do Oriente Médio, disse o diretor do Serviço Federal de Segurança (FSB, na sigla russa) Aleksandr Bortnikov.


Sputnik

O tema foi abordado no seu discurso inaugural da reunião dos diretores de serviços secretos, órgãos de segurança e de aplicação da lei dos parceiros estrangeiros do FSB, que se realiza em Krasnodar em 4-5 de outubro.


Bandeira do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico)
Bandeira do Daesh (Estado Islâmico) © REUTERS/ Ali Hashisho

Segundo Bortnikov, os terroristas sofrem grandes perdas graças às ações eficazes do exército sírio e da Força Aeroespacial da Rússia, bem como por causa das operações da coalizão internacional no Iraque. Os agrupamentos jihadistas perderam o controle sobre a maior parte dos territórios e perto das zonas petroleiras. Foi reduzida a sua base económica, que permitia financiar não só grandes unidades dos terroristas, mas também os seus aliados fora da Síria e Iraque.

"O conjunto dos fatores indicados e a compreensão da ameaça da derrota completa nas áreas anteriormente dominadas fizeram com que os cabecilhas da organização terrorista mudassem a estratégia das ações futuras", declarou o diretor do FSB.

Testemunho disso, segundo Bortnikov, é o caráter e a geografia extensa dos recentes ataques terroristas.

"No ano corrente, o número de vítimas de ataques no Afeganistão, Síria, Irã, Iraque, Egito, Mali, Turquia, Rússia, Reino Unido, Espanha, Suécia, Finlândia e outros países conta-se em várias centenas", disse o diretor do FSB.

Ele adicionou que os terroristas lançaram um desafio a toda a humanidade civilizada e querem semear o pânico em várias regiões do mundo, intimidar os países que travam uma luta contra eles. Os extremistas procuram também mostrar aos aliados e patrocinadores "a viabilidade e capacidade para levar a cabo ações no futuro".

"Atualmente, os líderes da organização terrorista internacional estão alocando os recursos na sua disposição. Os militantes "espalham-se" propositadamente para fora da região do Oriente Médio, concentram-se nas zonas instáveis para criar lá novas fontes de tensão e conflitos armados", indica Bortnikov.

De acordo com ele, ao mudar radicalmente de estratégia, os terroristas tentam adaptar-se rapidamente às novas circunstâncias.


Postar um comentário