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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Mudanças afetam todos: quais funções estão desempenhando caças dos EUA na Síria?

Os caças de quinta geração norte-americanos F-22 baixaram voo na Síria há três anos, lançando ataques precisos contra combatentes dos grupos terroristas. No entanto, assim como a crise é alterada com o tempo, as funções das naves de combate dos EUA são alteradas.


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No momento atual, eles estão realizando funções de "sensor voador", ou seja, coordenando operações aéreas de outras aeronaves, informa o portal War is Boring.


Caça F-22  da Força Aérea dos EUA
Caça F-22 Raptor da USAF © AFP 2017/ USAF

Segundo ordem da coalizão internacional, liderada pelos EUA, caças F-22 devem escoltar aviões não furtivos em missões de ofensiva em caso de ataques de aviões sírios ou ativação de sistemas de defesa antiaéreo, escreve o autor do artigo publicado no portal, Robert Beckhusen, citando um dos pilotos norte-americanos que se encontra na Síria.

Em particular, os F-22 são usados para detectar e se comunicar com os pilotos russos e sírios que realizam operações perto da zona de interesse da coalizão, afirmou o militar entrevistado.

Assim, em agosto de 2016, os F-22 obrigaram os aviões Su-24 sírios a abandonar a zona onde operavam clandestinamente unidades especiais dos EUA, relatou.

Além disso, usando seus sensores avançados, o F-22 pode servir de "radar voador", fornecendo dados para guiar armas precisas equipadas em aviões de ataque.

O autor destacou que o caça está desempenhando função de franco-atirador, "capaz de disparar, mas usado para vigilância".

O artigo prossegue revelando detalhes, segundo os quais apesar de elas continuarem sendo usadas, agora é quase impossível restabelecer sua produção devido aos altos custos, bem como os planos da Força Aérea dos EUA de se equipar com 1.700 "sucessores" do F-22, com caças F-35A.

No entanto, o avião, com modernizações necessárias, poderá voar até os anos 70 deste século, sendo que a intensidade dos voos das 187 unidades construídas é tão baixa que suas fuselagens quase não sofrem danos estruturais, conforme os relatórios apresentados pelo Comitê da Câmara de Representantes dos EUA, citados pela mídia.


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