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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
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Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Opinião: nova estratégia dos terroristas na Síria foi influenciada pelos EUA

O chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, acusou os EUA de “lançarem perigosas provocações” na Síria. Especialista militar acredita que tal atitude de Washington tem a ver com a nova tática dos militantes.


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Mais cedo, o chanceler russo, Sergei Lavrov, afirmou em entrevista ao jornal Asharq al-Awsat, que os EUA e as forças por eles lideradas começaram a lançar fortes provocações contra militares russos na Síria.


Um combatente norte-americano, que está lutando ao lado das Forças Democráticas da Síria, segura bandeira do seu país
Soldados norte-americano junto a tropa de terroristas sírios © REUTERS/ Rodi Said

De acordo com o ministro, a Rússia está preocupada com a "tática de meias medidas", utilizada por Washington e seus aliados na Síria.

"Se utilizamos 'critérios duplos', dividimos os terroristas em 'maus' e 'não muito maus', […] não podemos considerar as medidas antiterroristas como eficientes. Foi por causa dos ataques da aviação russa e do exército sírio que o Daesh começou a perder suas posições", declarou o ministro russo.

Sergei Lavrov também sublinhou que a coalizão internacional liderada pelos EUA é ilegal do ponto de vista do direito internacional, acrescentando que o governo sírio tolera a coalizão em seu território apenas enquanto as ações da última visarem combater os terroristas.

O analista militar e diretor comercial da revista Arsenal Otechestva, Aleksei Leonkov, comentou a posição dos EUA na Síria, afirmando que seu papel mudou juntamente com as últimas mudanças no decorrer dos combates.

"Se antes os EUA desempenhavam um papel ativo no teatro de operações, agora eles desempenham um papel de crítico, tentando de uma ou de outra forma insultar a Rússia, ou acusá-la", afirmou o especialista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

Aleksei Leonkov frisou que o caráter das operações militares do Daesh e da Frente al-Nusra (organizações terroristas proibidas na Rússia) também mudou.

"Ao invés de unidades do exército sírio, os militantes passaram a escolher como alvos os conselheiros militares russos que ajudam as forças sírias a realizar operações de combate bem-sucedidas", sublinhou.

Na opinião do analista, a nova tática dos militantes foi influenciada pelos EUA.

"Nas suas fileiras [dos terroristas] aparecem cada vez mais especialistas norte-americanos, conforme indicam os dados dos serviços de inteligência. […] Está claro que os EUA estão perdendo suas posições, os militantes estão sendo derrubados, por isso eles [os EUA] voltaram à estratégia que tinham aplicado em outras regiões, onde dirigiam terroristas — no Afeganistão e na Chechênia", concluiu Aleksei Leonov.

Esta quarta-feira (4), a Força Aeroespacial russa realizou um ataque bem-sucedido contra posições da organização terrorista Frente al-Nusra, eliminando 12 comandantes do grupo.

De acordo com as avaliações recentes do Ministério da Defesa russo, a Força Aeroespacial da Rússia destruiu quase uma centena de milhar de alvos terroristas desde o início da operação.


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