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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

OTAN é incapaz de enfrentar Rússia no Leste, diz relatório

Boletim interno põe em questão capacidade das tropas da Aliança Atlântica de responder "de forma rápida e sustentável" a uma eventual investida do Exército russo no Leste Europeu.


DefesaNet | Deutsch Welle

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) seria incapaz de repelir um eventual ataque russo a seus membros no Leste Europeu, questiona um documento interno da aliança ao qual a revista alemã Der Spiegel teve acesso e publica neste sábado (21/10).

Soldados alemães na Lituânia: parte dos esforços para reforçar flanco báltico

O documento põe em xeque a capacidade das forças da OTAN de "reagir rapidamente e, se necessário, de forma sustentável", em caso de uma investigada russa. E aponta como uma das causas uma estrutura de comando reduzida desde a queda do Muro de Berlim, em 1989.

"A habilidade da OTAN de apoiar logisticamente um reforço no fortemente expandido território na área de responsabilidade dos comandos europeus atrofiou desde o fim da Guerra Fria", diz o documento obtido pela revista.

O texto também aponta uma série deficiência logística no flanco leste. A porta-voz da OTAN Ana Lungescu se recusou a comentar diretamente a reportagem da revista alemã, mas disse que as forças da Aliança Atlântica "estão mais prontas e capazes de se mobilizar do que em décadas".

As relações da OTAN com a Rússia se deterioram desde a intervenção russa na Ucrânia. A Polônia e aliados escandinavos e bálticos com frequência reportam se sentirem ameaçados e instaram a aliança a aumentar sua presença no flanco leste ante uma possível agressão. A OTAN aumentou recentemente para 40 mil suas tropas da chamada Força de Resposta, uma unidade especial de reação rápida que pode ser mobilizada por ar, mar e terra a qualquer momento, em qualquer parte do mundo.

Em 2014, após a crise na Crimeia, a OTAN resolveu criar uma força-tarefa de prontidão elevada, consistindo de quatro batalhões e no total 5 mil soldados, para reagir a uma eventual ameaça russa. Na época, ela foi criticada como insuficiente.

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