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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Presidente russo: Coreia do Norte tem bomba atômica já desde 2001

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que já em 2001 o então líder da Coreia do Norte, Kim Jong-il, revelou que Pyongyang possuía bomba atômica e tinha planos sobre seu desenvolvimento no futuro.


Sputnik

"Parece que foi em 2001, quando eu estava viajando ao Japão, visitei a Coreia do Norte e me encontrei lá com o pai do atual líder [Kim Jong-un]. Naquele tempo, ele me disse que o país tinha bomba atômica. Pois é. Além disso, ele afirmou que utilizando sistemas de artilharia bastante simples o país poderia alcançar tudo", contou Putin durante o fórum Semana Russa da Energia em Moscou.


Kim Jong-un, líder norte-coreano observa treinamentos do Exército Popular da Coreia (foto de arquivo)
Kim Jong-un © REUTERS/ KCNA

"Pois, quando foi aquilo? Foi em 2001. Agora estamos em 2017, o país está vivendo sanções permanentes, ao invés de bomba atômica já tem a de hidrogênio. Em vez de sistema simples de artilharia, tem mísseis de alcance médio de até 2.700 km, ou até mais", assinalou o presidente russo.

Vladimir Putin frisou que não é possível resolver os problemas existentes quanto à Coreia do Norte via sanções. Ele ressaltou que, anteriormente, teve lugar uma tentativa de chegar a acordo com a Coreia do Norte, e o país assumiu compromissos de parar seus programas nucleares e de mísseis, mas depois a situação agravou novamente.


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