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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Pyongyang condena 'estratagema' de Washington e Seul para invadir o país

As duas Coreias nunca assinaram um acordo de paz, portanto tecnicamente permanecem em estado de guerra. Nessa situação, o que significa a cooperação militar entre Seul e Washington para a Coreia do Norte?


Sputnik

Pyongyang anunciou na segunda-feira (2) que o Tratado de Defesa Mútua dos EUA e da Coreia do Sul é "um estratagema" para "invadir" a nação comunista, informa a agência Yonhap, citando o jornal do Partido dos Trabalhadores da Coreia, Rodong Sinmun.


As manobras militares conjutas dos EUA e a Coreia do Sul
AV-8B Harrier II da US Navy e C-130 Hércules em exercício militar conjunto dos EUA e Coreia do Sul © REUTERS/ Lance Cpl. Carlos Jimenez

Em 1 de outubro foi celebrado o 64º aniversário de assinatura desse acordo, que entrou em vigor em 1953 e estabeleceu um sistema de defesa combinada entre ambos os países. O acordo pressupõe que Washington deve defender Seul das ameaças de Pyongyang. Além disso, estabeleceu a base legal para o deslocamento de forças militares estadunidenses no território da Coreia do Sul.

De acordo com Rodong Sinmun, esse pacto é uma "explícita" e "imprudente ambição" dos EUA para "em qualquer momento levar a cabo uma invasão da Coreia do Norte". Por essa razão, Pyongyang exige a sua "imediata abolição " e a "expulsão das forças invasoras estadunidenses da Coreia do Sul".

Ao mesmo tempo, o jornal destaca que as manobras militares conjuntas que Washington e Seul constantemente realizam na região, bem como o deslocamento de armamentos estratégicos norte-americanos, criará "são responsáveis por criar "uma situação realmente grave de segurança" na península coreana, que "em qualquer momento" pode desencadear uma nova guerra.

A Coreia do Norte e a Coreia do Sul estão tecnicamente em estado de guerra, depois de a guerra da Coreia de 1950-1953 ter terminado com um armistício, mas sem ser assinado qualquer tratado de paz definitivo.


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