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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
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Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Quantos militares perderia Ucrânia se decidisse partir para força em Donbass?

Caso o conflito em Donbass seja resolvido com força, a Ucrânia perderia em uma média de dez a doze mil pessoas em dez dias, inclusive três mil perdas mortais, afirmou o chefe do Estado-Maior da Ucrânia, Viktor Muzhenko, citado pelo jornal Ukrainskaya Pravda.


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O militar também disse que a resolução através da força resultará também em vítimas entre civis, acrescentando que 2,3 mil militares correspondem a dez mil civis. Os dados foram recebidos durante os exercícios militares com uso de métodos especiais.


Militares ucranianos em Donbass
Militares ucranianos em Donbass © AP Photo/ Evgeniy Maloletka

Muzhenko ressaltou que as Forças Armadas da Ucrânia dispõem de armamentos suficientes para tal cenário. No entanto, ele duvida que a sociedade ucraniana esteja pronta para resolver o conflito com uso da força.

Em abril de 2014, Kiev começou sua operação militar contra as autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e de Lugansk, que declararam independência após o golpe de Estado na Ucrânia em fevereiro de 2014. Segundo os últimos dados da ONU, o conflito no leste ucraniano já causou mais de dez mil mortes.


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