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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Quantos militares perderia Ucrânia se decidisse partir para força em Donbass?

Caso o conflito em Donbass seja resolvido com força, a Ucrânia perderia em uma média de dez a doze mil pessoas em dez dias, inclusive três mil perdas mortais, afirmou o chefe do Estado-Maior da Ucrânia, Viktor Muzhenko, citado pelo jornal Ukrainskaya Pravda.


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O militar também disse que a resolução através da força resultará também em vítimas entre civis, acrescentando que 2,3 mil militares correspondem a dez mil civis. Os dados foram recebidos durante os exercícios militares com uso de métodos especiais.


Militares ucranianos em Donbass
Militares ucranianos em Donbass © AP Photo/ Evgeniy Maloletka

Muzhenko ressaltou que as Forças Armadas da Ucrânia dispõem de armamentos suficientes para tal cenário. No entanto, ele duvida que a sociedade ucraniana esteja pronta para resolver o conflito com uso da força.

Em abril de 2014, Kiev começou sua operação militar contra as autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e de Lugansk, que declararam independência após o golpe de Estado na Ucrânia em fevereiro de 2014. Segundo os últimos dados da ONU, o conflito no leste ucraniano já causou mais de dez mil mortes.


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