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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Que significa recente teste da 'tríade nuclear' por Moscou e que Putin fazia lá?

Nesta quinta-feira (26), Vladimir Putin lançou pessoalmente 4 mísseis balísticos durante os treinamentos do Ministério da Defesa russo, a entidade publicou o respectivo vídeo dos testes. O especialista em assuntos militares Aleksandr Pylaev assinala a importância de tais ensaios.


Sputnik

Há pouco, o presidente russo, Vladimir Putin, tomou parte dos exercícios de forças nucleares estratégicas, comunicou o porta-voz do chefe de Estado russo, Dmitry Peskov.


Sistema de lançamento de míssil balístico intercontinental Topol-M durante o ensaio para a parada militar no polígono de Alabino, região de Moscou, Rússia (foto de arquivo)
Míssil russo Topol-M © Sputnik/ Anton Denisov

"Foi treinada a interação entre as forças de mísseis nucleares estratégicas da Rússia, submarinos atômicos das frotas do Norte e do Pacífico e aviação de longo alcance da Força Aeroespacial da Rússia", explicou.

Peskov adiantou que Putin efetuou pessoalmente o lançamento de 4 mísseis balísticos.

Deste modo, durante os ensaios foi disparado um míssil balístico intercontinental Topol a partir do cosmódromo de Plesetsk (na cidade de Arkhangelsk) para o polígono de Kura (península de Kamchatka).

Ao mesmo tempo, um submarino da Frota do Pacífico lançou dois mísseis balísticos a partir do mar de Okhotsk com destino ao polígono de Chizha, na região de Arkhangelsk, enquanto outro submarino, da Frota do Norte, lançou mais um míssil balístico para o polígono de Kura.

Os aviões de longo alcance Tu-160, Tu-95MS e Tu-22M3, por sua vez, tendo decolado das bases aéreas de Ukrainka, Engels e Shaikovka, respectivamente, atingiram alvos terrestres na península de Kamchatka, na república de Comi e no Cazaquistão com mísseis de cruzeiro.

No vídeo publicado pelo Ministério da Defesa russo se pode observar o lançamento do míssil Topol, a decolagem de dois bombardeiros estratégicos e outro lançamento por um submarino nuclear. Todos os ensaios se deram no período noturno.

Em uma entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista em assuntos militares Aleksandr Pylaev assinalou que para as Forças Armadas russas, nas quais existe o conceito de "tríade nuclear", estes foram ensaios comuns.

"Como se pode entender, no caso de uma ameaça global, três portadores de mísseis com 'recheio' nuclear — isto é, os submarinos atômicos, os aviões estratégicos e os mísseis balísticos — devem ser lançados de modo sincronizado, submetendo-se a um plano comum. Por isso, tais ensaios são naturais para a Força Estratégica de Mísseis, a Marinha russa e a Força Aeroespacial, já que se avalia não só a capacidade de lançar certo tipo de míssil, mas também a sincronização", explicou o especialista.

"A presença do comandante supremo [Vladimir Putin] em ensaios desse nível, nos quais são envolvidas forças do maior potencial destruidor, também é bem natural, pois é precisamente o comandante supremo que é obrigado a tomar a decisão final sobre o uso dessas forças", concluiu.


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