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Única mulher a bordo do submarino argentino desaparecido é oficial pioneira

Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é a 'primeira submarinista' da Argentina. O ARA San Juan desapareceu com 44 tripulantes no Atlântico Sul.
G1

Única mulher no submarino militar argentino desaparecido com 44 tripulantes no Atlântico Sul, Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é descrita pela imprensa local como primeira oficial submarinista do país e da América do Sul. Ela ocupa o cargo de chefe de armas do ARA San Juan, que perdeu contato com a terra na sexta-feira (17).

Eliana nasceu em Oberá, na província de Misiones, no nordeste da Argentina, e só conheceu o mar aos 21 anos de idade, destaca o perfil do jornal "Clarín". Após se formar no ensino médio, ela se matriculou na Universidade de Misiones para fazer faculdade de Engenharia Industrial.

Duas tragédias familiares levaram Eliana a desistir do curso: a morte de um irmão, em um acidente de trânsito, e a morte da mãe, em decorrência de um problema cardíaco.

Em um perfil publicado em 2015 na revista "Viva", que …

Relatório secreto: OTAN não conseguirá conter ofensiva da Rússia

Um relatório secreto da OTAN lista todos os pontos fracos da aliança militar ocidental, informa o Der Spiegel.


Sputnik

Segundo aponta o jornal alemão, os autores do relatório chegaram a uma conclusão pouco auspiciosa: após a Guerra Fria "a capacidade da OTAN de efetuar o reforço logístico reduziu-se drasticamente frente ao alargamento do território sob o seu controle", o que faz com que a aliança militar não consiga repelir um eventual ataque ofensivo da Rússia, informa o RT.


Tanques da OTAN na Letônia, perto da fronteira com a Rússia
Blindados da OTAN na Letônia © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

De acordo com o relatório secreto NATO SECRET, a Aliança Atlântica não possui bastantes pontes, equipamento especial e transporte ferroviário para transportar o material bélico pesado, informa o Der Spiegel.

"Para que servem os sistemas de combate dispendiosos se não há possibilidades de transportá-los para os lugares necessários?", se questiona a edição.

De acordo com os autores do relatório, a OTAN não pode conter uma agressão com as suas forças de reação rápida. Eles acrescentam que não há garantias de que estas forças possam reagir rapidamente.

O relatório afirma que a OTAN "não conseguiria conter uma ofensiva russa porque não pode deslocar as suas tropas para as posições a tempo, porque há poucos oficiais nos estados-maiores e porque abastecimento do outro lado do Atlântico não funciona".

Todos estes problemas permanecem apesar de a aliança militar "exceder consideravelmente" o exército russo em questões de potência militar e econômica, conclui o Der Spiegel.


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