Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

'Resposta maciça': chefe do Pentágono adverte Pyongyang contra uso de armas nucleares

Os EUA nunca vão aceitar o status nuclear da Coreia do Norte, declarou o secretário da Defesa dos EUA James Mattis, que está em visita à Coreia do Sul.


Sputnik

Segundo apontou o chefe do Pentágono, Washington vai responder com um ataque maciço a qualquer utilização de armas nucleares por Pyongyang.


Resultado de imagem para James Mattis
James Mattis

"Os EUA nunca vão aceitar o fato de a Coreia do Norte possuir armas nucleares", anunciou o chefe da entidade militar dos EUA.

Ele também acrescentou que os testes de novos tipos de armas nucleares e de meios para seu lançamento minam a segurança da Coreia do Norte.

"Qualquer ataque aos EUA ou aos nossos aliados está condenado ao fracasso. Qualquer utilização de armas nucleares vai enfrentar uma resposta militar maciça, eficaz e esmagadora", afirmou James Mattis.

De acordo com ele, Washington defende uma resolução pacífica da crise na península da Coreia, mas a diplomacia é mais eficaz quando é "apoiada por uma força militar significativa".

Ele sublinhou também que os EUA possuem cenários militares, mas a prioridade é a regulação pacífica da situação na península da Coreia.


Postar um comentário

Postagens mais visitadas