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Defesa russa: avião Il-20 foi derrubado por mísseis sírios S-200

De acordo com o ministério russo, o sistema de defesa aérea sírio tentava atacar um avião de Israel. No entanto, a tripulação israelense fez uma manobra especial para se proteger, e o míssil acabou atingindo acidentalmente o avião russo Il-20.
Sputnik

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, acima do território do mar Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, informou o comunicado do Ministério da Defesa da Rússia. O represente oficial da Defesa russa, Igor Konashenkov sublinhou que os aviões israelenses "propositalmente criaram uma situação perigosa para navios e aviões nessa região".

Na opinião dele, para evitar o ataque sírio, a tripulação israelense acabou tornando o Ilyushin-20 alvo de ataque.

"Ao tentarem proteger-se com ajuda do avião russo, os pilotos israelenses o puseram debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea da Síria"…

'Resposta maciça': chefe do Pentágono adverte Pyongyang contra uso de armas nucleares

Os EUA nunca vão aceitar o status nuclear da Coreia do Norte, declarou o secretário da Defesa dos EUA James Mattis, que está em visita à Coreia do Sul.


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Segundo apontou o chefe do Pentágono, Washington vai responder com um ataque maciço a qualquer utilização de armas nucleares por Pyongyang.


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James Mattis

"Os EUA nunca vão aceitar o fato de a Coreia do Norte possuir armas nucleares", anunciou o chefe da entidade militar dos EUA.

Ele também acrescentou que os testes de novos tipos de armas nucleares e de meios para seu lançamento minam a segurança da Coreia do Norte.

"Qualquer ataque aos EUA ou aos nossos aliados está condenado ao fracasso. Qualquer utilização de armas nucleares vai enfrentar uma resposta militar maciça, eficaz e esmagadora", afirmou James Mattis.

De acordo com ele, Washington defende uma resolução pacífica da crise na península da Coreia, mas a diplomacia é mais eficaz quando é "apoiada por uma força militar significativa".

Ele sublinhou também que os EUA possuem cenários militares, mas a prioridade é a regulação pacífica da situação na península da Coreia.


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