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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Royal Navy expulsa nove militares por uso de drogas

Nove militares na Marinha Real da Grã-Bretanha foram demitidos por usarem drogas enquanto serviam a bordo de submarino nuclear, disse o Ministério da Defesa do país no sábado.


Poder Naval

A substância que utilizavam era cocaína, informou o Daily Mail.

HMS Vigilant

Os membros da RN foram expulsos depois que foram pegos em testes de drogas obrigatórios no HMS Vigilant — um dos quatro submarinos britânicos equipados com mísseis nucleares Trident.

“Nós não toleramos o uso indevido de drogas pelo pessoal do serviço. Aqueles que ficaram aquém dos nossos altos padrões estão sendo dispensados ​​do serviço”, disse um porta-voz da Royal Navy.

Os marinheiros falharam nos testes de drogas enquanto o navio estava atracado nos Estados Unidos para receber ogivas nucleares e realizar trabalho relacionado.

Eles alegadamente mantiveram festas regadas a drogas em hotéis onde estavam hospedados.

Um porta-voz do Ministério da Defesa disse que não havia evidências que sugerissem que os membros do serviço estavam “sob a influência durante o desempenho de suas funções”.

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