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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Royal Navy expulsa nove militares por uso de drogas

Nove militares na Marinha Real da Grã-Bretanha foram demitidos por usarem drogas enquanto serviam a bordo de submarino nuclear, disse o Ministério da Defesa do país no sábado.


Poder Naval

A substância que utilizavam era cocaína, informou o Daily Mail.

HMS Vigilant

Os membros da RN foram expulsos depois que foram pegos em testes de drogas obrigatórios no HMS Vigilant — um dos quatro submarinos britânicos equipados com mísseis nucleares Trident.

“Nós não toleramos o uso indevido de drogas pelo pessoal do serviço. Aqueles que ficaram aquém dos nossos altos padrões estão sendo dispensados ​​do serviço”, disse um porta-voz da Royal Navy.

Os marinheiros falharam nos testes de drogas enquanto o navio estava atracado nos Estados Unidos para receber ogivas nucleares e realizar trabalho relacionado.

Eles alegadamente mantiveram festas regadas a drogas em hotéis onde estavam hospedados.

Um porta-voz do Ministério da Defesa disse que não havia evidências que sugerissem que os membros do serviço estavam “sob a influência durante o desempenho de suas funções”.

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