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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Secretário dos EUA enfatiza diplomacia com Coreia do Norte: 'Nosso objetivo não é a guerra'

Jim Mattis visita fronteira tensa e altamente fortificada entre as duas Coreias. Comentários antecedem primeira viagem de Trump à Ásia.


Reuters


O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Jim Mattis, enfatizou os esforços diplomáticos, em vez dos militares, para resolver a crise com a Coreia do Norte, durante uma visita à fronteira tensa e altamente fortificada entre as duas Coreias nesta sexta-feira (27), dizendo: "Nosso objetivo não é a guerra".

Secretários de Defesa dos EUA, Jim Mattis, e da Coreia do Sul, Song Young-moo, visitam nesta sexta-feira (27) o vilarejo de Panmunjom (Foto: Yonhap/via Reuters)
Secretários de Defesa dos EUA, Jim Mattis, e da Coreia do Sul, Song Young-moo, visitam nesta sexta-feira (27) o vilarejo de Panmunjom (Foto: Yonhap/via Reuters)

"As provocações norte-coreanas continuam a ameaçar a segurança regional e global, apesar da condenação unânime do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU)", disse Mattis em comentários preparados ao visitar a zona desmilitarizada.

"Como o secretário de Estado (Rex) Tillerson deixou claro, nosso objetivo não é a guerra, mas a desnuclearização completa, verificável e irreversível da Península Coreana".

Ao lade de Mattis, o ministro da Defesa sul-coreano, Song Young-moo, disse: "Juntos continuaremos a defender a paz por meio de uma vontade forte e um poder forte".

Os comentários antecederam a primeira viagem do presidente dos EUA, Donald Trump -- que ameaçou destruir a Coreia do Norte, se necessário -– pela Ásia na semana que vem, que incluirá uma parada na Coreia do Sul para se reunir com o presidente Moon Jae-in.

Moon, depois de conversar com Mattis, disse que a "mobilização agressiva" de ativos estratégicos dos EUA na Península Coreana tem sido eficaz para dissuadir a ameaça do vizinho do norte.

As tensões entre a Coreia do Norte e os EUA vêm aumentando devido a uma série de testes de armas do regime e uma troca de farpas verbais entre Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, despertando temores de que qualquer erro de cálculo possa levar a um confronto armado.

Já Pyongyang disse que libertará nesta sexta-feira um barco pesqueiro sul-coreano que estava em águas norte-coreanas ilegalmente, informou a mídia estatal, enquanto Mattis visitava a divisa.

A devolução proposta do pesqueiro sul-coreano e sua tripulação evitaria um possível agravamento das relações já tensionadas entre Pyongyang e a Coreia do Sul, aliada dos EUA.

O barco foi apreendido em 21 de outubro e uma investigação norte-coreana revelou que a embarcação e seus tripulantes entraram em águas norte-coreanas para pescar, relatou a agência estatal de notícias KCNA.

A Coreia do Norte decidiu liberar o barco depois de "levar em conta o fato de que todos os tripulantes admitiram seu delito, desculpando-se repetidamente e pedindo leniência", disse a reportagem em inglês.

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