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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Trump ordena à administração deter conflito com a Rússia

O conselheiro do presidente dos EUA para a segurança nacional, Herbert McMaster, anunciou que Trump ordenou a Rex Tillerson melhorar a cooperação com a Rússia.


Sputnik

O presidente norte-americano, Donald Trump, deu ordem à sua administração para parar o conflito com a Rússia e favorecer a cooperação entre os dois países, disse Herbert McMaster.


Donald Trump, presidente norte-americano, fala sobre a reforma tributária em Harrisburg, Pensilvânia
Donald Trump © REUTERS/ Joshua Roberts

"O presidente deu-nos uma clara instrução sobre as relações com a Rússia. Ele assumiu uma posição rigorosa no Oriente Médio e na Ucrânia, por exemplo, de resistir ao comportamento desestabilizador da Rússia", disse McMaster. "Mas o que ele quer que façamos também é garantir que detemos qualquer conflito com a Rússia. Não achamos que isso seja do interesse de alguém. A terceira área em que temos que nos focar é desenvolver a cooperação".

McMaster disse que o secretário de Estado Rex Tillerson recebeu a indicação de desenvolver a cooperação com a Rússia, adicionando que a administração viu "sinais iniciais" de esperança como resultado da sua política, incluindo as zonas de distensão na Síria.

"Há muitas áreas onde os EUA e a Rússia podem cooperar no interesse mútuo", disse McMaster.

Uma área fácil onde os EUA e a Rússia podem cooperar é o problema da Coreia do Norte, disse McMaster, adicionando que, embora a China tenha uma grande força econômica e influência na Coreia do Norte, a Rússia também tem uma influência considerável.

A Rússia pode desempenhar um papel construtivo ao usar esta influência, em coordenação com a campanha internacional, a fim de exercer pressão na Coreia do Norte para que ela mude de política, "como a última oportunidade de evitar consequências graves", disse.

McMaster também frisou que a Rússia está cada vez mais cansada do conflito na Ucrânia.

"Acho que se torna claro para a Rússia que não é do seu interesse perpetuar o conflito na Ucrânia, que tem muitos custos para a Rússia: perdas econômicas, perda de credibilidade", concluiu McMaster.


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