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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Veteranos brasileiros da Segunda Guerra Mundial participarão de encontro em Moscou

Em Moscou, ex-combatentes participarão de cerimônia para colocação de coroa de flores no monumento dedicado à vitória e de discussões sobre a manutenção da paz e a luta contra o terrorismo.


Igor Rozin | Russia Beyond

Os veteranos brasileiros da Segunda Guerra Mundial participarão do quarto Encontro Internacional de Veteranos, que será realizado em Moscou entre 17 e 19 de novembro, segundo declaração do vice-presidente da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira, Israel Blajberg, à agência de notícias russa Tass.


Com delegação de quatro pessoas, veteranos brasileiros participarão do Quatro Encontro Internacional de Veteranos em Moscou, que acontece entre 17 e 19 de novembro | Reuters

Em Moscou, os brasileiros terão encontros com os veteranos russos.

“Queremos contar sobre a contribuição brasileira [para a vitória na Segunda Guerra Mundial]. Obviamente, o papel do Brasil não é equiparável ao da Rússia, que perdeu milhões e milhões de vidas. No entanto, para nós, essa guerra também foi de grande importância e estamos orgulhosos de nossa contribuição, embora modesta, para a luta pela paz, democracia e liberdade", disse Blejberg à Tass.

A delegação brasileira será composta por quatro pessoas. Sua viagem será organizada a convite da União Internacional do Comitê Público dos Veteranos de Guerra.

Em Moscou, os representantes do Brasil participarão da cerimônia de colocação de uma coroa de flores no Monumento da Vitória no Monte Poklônnaia, no centro da capital russa.

Troca de exposições

A delegação brasileira oferecerá às organizações dos veteranos russos diversas peças de seu museu - medalhas, armas, uniformes militares e fotografias -, segundo Blejberg.

Os russos, por sua vez, também oferecerão peças relacionadas à história da Segunda Guerra Mundial aos representantes do país sul-americano, entre elas, cópias da Bandeiras da Vitória, fotografias e livros que se tornarão parte da exposição permanente da Casa da Força Expedicionária Brasileiro no Rio de Janeiro.

"Estou convencido de que a participação da delegação brasileira no encontro em Moscou fortalecerá a cooperação entre a Rússia e o Brasil, bem como preservará a verdade histórica sobre a Segunda Guerra Mundial", disse o cônsul-geral da Rússia no Rio de Janeiro, Vladímir Tokmakov, à agência Tass.

Um dos participantes brasileiros, Melquisedec Afonso de Carvalho, que serviu na Marinha do Brasil durante a guerra, disse à Tass que sua viagem à Rússia durará quase uma semana. Os representantes da delegação ficarão quatro dias em Moscou e mais alguns dias em São Petersburgo.

"Estou muito animado, espero que sejamos bem recebidos, que nos familiarizemos com o país ou, pelo menos, com uma parte dele e, o mais importante, que conheçamos outros veteranos", disse Carvalho.

O Brasil é o único país sul-americano que participou das operações militares na Europa durante a Segunda Guerra Mundial.

Vinte e cinco mil soldados da Força Expedicionária Brasileira lutaram na Itália entre setembro de 1944 e maio de 1945 ao lado dos Aliados.

Nesse período, o país perdeu mais de 460 soldados e oficiais. Além disso, durante os anos da Segunda Guerra Mundial, mais de 1,4 mil marinheiros brasileiros morreram devido ao naufrágio de seus navios por submarinos alemães e italianos.


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