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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Veteranos brasileiros da Segunda Guerra Mundial participarão de encontro em Moscou

Em Moscou, ex-combatentes participarão de cerimônia para colocação de coroa de flores no monumento dedicado à vitória e de discussões sobre a manutenção da paz e a luta contra o terrorismo.


Igor Rozin | Russia Beyond

Os veteranos brasileiros da Segunda Guerra Mundial participarão do quarto Encontro Internacional de Veteranos, que será realizado em Moscou entre 17 e 19 de novembro, segundo declaração do vice-presidente da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira, Israel Blajberg, à agência de notícias russa Tass.


Com delegação de quatro pessoas, veteranos brasileiros participarão do Quatro Encontro Internacional de Veteranos em Moscou, que acontece entre 17 e 19 de novembro | Reuters

Em Moscou, os brasileiros terão encontros com os veteranos russos.

“Queremos contar sobre a contribuição brasileira [para a vitória na Segunda Guerra Mundial]. Obviamente, o papel do Brasil não é equiparável ao da Rússia, que perdeu milhões e milhões de vidas. No entanto, para nós, essa guerra também foi de grande importância e estamos orgulhosos de nossa contribuição, embora modesta, para a luta pela paz, democracia e liberdade", disse Blejberg à Tass.

A delegação brasileira será composta por quatro pessoas. Sua viagem será organizada a convite da União Internacional do Comitê Público dos Veteranos de Guerra.

Em Moscou, os representantes do Brasil participarão da cerimônia de colocação de uma coroa de flores no Monumento da Vitória no Monte Poklônnaia, no centro da capital russa.

Troca de exposições

A delegação brasileira oferecerá às organizações dos veteranos russos diversas peças de seu museu - medalhas, armas, uniformes militares e fotografias -, segundo Blejberg.

Os russos, por sua vez, também oferecerão peças relacionadas à história da Segunda Guerra Mundial aos representantes do país sul-americano, entre elas, cópias da Bandeiras da Vitória, fotografias e livros que se tornarão parte da exposição permanente da Casa da Força Expedicionária Brasileiro no Rio de Janeiro.

"Estou convencido de que a participação da delegação brasileira no encontro em Moscou fortalecerá a cooperação entre a Rússia e o Brasil, bem como preservará a verdade histórica sobre a Segunda Guerra Mundial", disse o cônsul-geral da Rússia no Rio de Janeiro, Vladímir Tokmakov, à agência Tass.

Um dos participantes brasileiros, Melquisedec Afonso de Carvalho, que serviu na Marinha do Brasil durante a guerra, disse à Tass que sua viagem à Rússia durará quase uma semana. Os representantes da delegação ficarão quatro dias em Moscou e mais alguns dias em São Petersburgo.

"Estou muito animado, espero que sejamos bem recebidos, que nos familiarizemos com o país ou, pelo menos, com uma parte dele e, o mais importante, que conheçamos outros veteranos", disse Carvalho.

O Brasil é o único país sul-americano que participou das operações militares na Europa durante a Segunda Guerra Mundial.

Vinte e cinco mil soldados da Força Expedicionária Brasileira lutaram na Itália entre setembro de 1944 e maio de 1945 ao lado dos Aliados.

Nesse período, o país perdeu mais de 460 soldados e oficiais. Além disso, durante os anos da Segunda Guerra Mundial, mais de 1,4 mil marinheiros brasileiros morreram devido ao naufrágio de seus navios por submarinos alemães e italianos.


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