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Mais 2 palestinos morrem após ataque israelense na Faixa de Gaza

Total de mortos chega a 4 após Israel atacar a Faixa de Gaza e atingir militantes do Hamas; confrontos começaram após Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital israelense.
Por G1

Mais dois palestinos morreram neste sábado (9) em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza contra alvos do movimento palestino Hamas. A Defesa de Israel disse que o bombardeio foi uma resposta a um foguete lançado pelo Hamas na sexta-feira. Os confrontos começaram após o presidente norte-americano, Donald Trump, reconhecer Jerusalém como a capital israelense nesta semana.

"Na manhã de sábado, equipes de resgate encontraram os corpos de dois palestinos que morreram em ataques aéreos israelenses na noite passada no norte da Faixa de Gaza", disse o porta-voz Ashraf Al Qedra.

Com essas duas mortes, subiu para quatro o número de palestinos mortos desde a última sexta-feira (8). Já são mais de 300 feridos desde que o grupo islâmico voltou a atacar Israel, após a decisão do governo americano, tomada na…

Após 13 dias, busca por submarino desaparecido vive "horas críticas"

A Marinha da Argentina afirmou nesta terça-feira que as buscas pelo submarino ARA San Juan, desaparecido há 13 dias nas águas do oceano Atlântico, vivem "horas críticas" e de "muita incerteza", embora tenha ressaltado o compromisso para encontrar o aparelho o mais rápido possível.


EFE

"São horas críticas, 13 dias de busca, ainda não pudemos detectar o submarino. São horas de muita incerteza. A Marinha não gera a incerteza, a situação é incerta", explicou o capitão de navio, Enrique Balbi, em entrevista coletiva na sede central da Marinha em Buenos Aires.


Imagem do porta-voz da Armada Argentina, Enrique Balbi. EFE/Carlota Ciudad
Imagem do porta-voz da Armada Argentina, Enrique Balbi. EFE/Carlota Ciudad

O porta-voz do corpo militar acrescentou que a previsão do tempo hoje "não é tão boa", com "ventos regulares e ondas dentre dois e três metros", por isso ainda é demorada a chegada à área de busca do mini submarino dos Estados Unidos que pode descer até 600 metros de profundidade.

Devido à "comunicação permanente" com o governo, o boletim diário da Marinha sobre os detalhes do rastreamento no mar, do qual participam mais de 10 países, demorou hoje duas horas além do previsto, o que levantou especulações sobre novidades no caso.

"É uma situação muito complicada, crítica, angustiante, de tensão e preocupação para os familiares e com toda a Marinha comprometida", ressaltou Balbi, que lembrou que, apesar de terem passado 13 dias sem notícias do submarino, não há data para a finalização das buscas no oceano.

Trata-se de uma "operação humanitária sem precedentes", continuou o capitão, com 23 navios de superfície, oito aeronaves e mais de 4 mil pessoas trabalhando.

Apesar das condições meteorológicas, a chegada do navio russo Yantar continua prevista para 5 de dezembro, enquanto nesta madrugada zarpou a corveta Robinson com um veículo submersível russo com uma área de operações de 200 a 300 metros.

Atualmente, oito navios estão na área de operações com centro na região na qual foi registrada uma explosão no dia em que desapareceu o ARA San Juan, que ainda não se sabe se veio do submarino.

Está sendo rastreado um raio de 36 quilômetros, que compreende "uma superfície circular de quase 4 mil quilômetros quadrados ", concluiu Balbi.


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