Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Arábia Saudita corre risco de se envolver em 'guerra de desgaste'

A Arábia Saudita poderia se envolver em uma grande guerra no Iêmen, destinada a desgastar seus recursos, disse à Sputnik o general e especialista militar egípcio Nabil Fuad.


Sputnik

Em 4 de novembro, a Arábia Saudita interceptou um míssil balístico a nordeste de Riad, lançado pelos rebeldes iemenitas. Os restos do míssil caíram na zona do Aeroporto Internacional Rei Khalid. O ataque não provocou danos materiais ou vítimas.


Militantes iemenitas
Militantes iemenitas © REUTERS/ Stringer

"O lançamento de um míssil balístico é uma tentativa de demonstrar poder, criar uma ameaça para as instalações vitais da Arábia Saudita. No Iêmen continua a guerra de guerrilha. Por isso, receio que seja uma 'guerra de desgaste' contra a Arábia Saudita", disse o especialista à Sputnik.

Segundo Nabil Fuad, embora o Iêmen antes da guerra tivesse mísseis, o seu arsenal não incluía tantos mísseis como os que têm sido lançados a partir do território do Iêmen, o que significa que os projéteis balísticos foram fornecidos do exterior, o que torna necessário um controle total das fronteiras deste país.


"Note-se que o ex-presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, realmente tinha esse tipo de mísseis em seu arsenal. Mas, desde o início do atual conflito, as forças houthis e de Saleh já lançaram muitos mísseis, mais do que eles tinham nos armazéns. Então surge a questão: de onde vieram esses mísseis?", declarou ele.

Entretanto, é de mencionar que a mídia associada aos houthis afirmou várias vezes que o movimento houthi Ansar Allah tem capacidade de fabricar mísseis de médio alcance.

Riad, por sua vez, acusou Teerã de estar implicada no lançamento de mísseis a partir do Iêmen e considera que o incidente é um ato de agressão militar por parte de Irã, podendo ser considerado no futuro como um ato de guerra contra a Arábia Saudita.

De acordo com o especialista egípcio, a decisão do comando da coalizão árabe de fechar todos os portos terrestres, aéreos e marítimos do Iêmen demonstra um esforço para evitar novos fornecimentos de mísseis balísticos.

"Se a coalizão conseguir fazê-lo, as forças houthis e de Saleh gastarão todo o seu arsenal de mísseis em breve", disse ele.

A Arábia Saudita está envolvida em um conflito violento com os rebeldes iemenitas houthis por mais de dois anos. Desde 2014, o Iêmen tem vivido um conflito armado entre os rebeldes do movimento houthi Ansar Allah, que contam com o suporte de militares partidários do ex-presidente Ali Abdullah Saleh, e as tropas do atual presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi.

Postar um comentário