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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Capacete-azul morre em ataque contra comboio da ONU na República Centro-Africana

Com mais este ataque, os atos hostis já cobraram a vida de 13 soldados das forças de paz da ONU na República Centro-Africana desde janeiro.


ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou fortemente no domingo (26) o ataque realizado contra um comboio da Missão de Paz na República Centro-Africana (MINUSCA) no sudeste do país, segundo comunicado emitido por seu porta-voz adjunto.


Soldados marroquinos da MINUSCA em Bangui, na República Centro-Africana. Foto: ONU/Catianne Tijerina
Soldados marroquinos da MINUSCA em Bangui, na República Centro-Africana. Foto: ONU/Catianne Tijerina

Como resultado do ataque, um capacete-azul do Egito foi morto e três ficaram feridos. O secretário-geral da ONU enviou suas profundas condolências às famílias das vítimas e ao governo egípcio, desejando rápida recuperação aos feridos.

Com mais este ataque, os atos hostis já cobraram a vida de 13 soldados das forças de paz da ONU na República Centro-Africana desde janeiro.

“O secretário-geral lembra firmemente que ataques contra as forças de paz da ONU podem constituir crimes de guerra. Ele pede que as autoridades da República Centro-Africana investiguem o ataque para levar rapidamente os responsáveis à Justiça”, disse o comunicado.

Guterres também reafirmou a determinação das Nações Unidas para avançar rumo à implementação do mandato da MINUSCA, recentemente renovado pelo Conselho de Segurança, particularmente para proteger civis e ajudar a avançar no processo político no país.

O chefe da ONU disse ainda que o mais novo ataque ocorreu enquanto membros da iniciativa de paz e reconciliação da União Africana iniciam suas funções para apoiar o diálogo e ajudar a pôr fim ao conflito no país.


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