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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Capacete-azul morre em ataque contra comboio da ONU na República Centro-Africana

Com mais este ataque, os atos hostis já cobraram a vida de 13 soldados das forças de paz da ONU na República Centro-Africana desde janeiro.


ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou fortemente no domingo (26) o ataque realizado contra um comboio da Missão de Paz na República Centro-Africana (MINUSCA) no sudeste do país, segundo comunicado emitido por seu porta-voz adjunto.


Soldados marroquinos da MINUSCA em Bangui, na República Centro-Africana. Foto: ONU/Catianne Tijerina
Soldados marroquinos da MINUSCA em Bangui, na República Centro-Africana. Foto: ONU/Catianne Tijerina

Como resultado do ataque, um capacete-azul do Egito foi morto e três ficaram feridos. O secretário-geral da ONU enviou suas profundas condolências às famílias das vítimas e ao governo egípcio, desejando rápida recuperação aos feridos.

Com mais este ataque, os atos hostis já cobraram a vida de 13 soldados das forças de paz da ONU na República Centro-Africana desde janeiro.

“O secretário-geral lembra firmemente que ataques contra as forças de paz da ONU podem constituir crimes de guerra. Ele pede que as autoridades da República Centro-Africana investiguem o ataque para levar rapidamente os responsáveis à Justiça”, disse o comunicado.

Guterres também reafirmou a determinação das Nações Unidas para avançar rumo à implementação do mandato da MINUSCA, recentemente renovado pelo Conselho de Segurança, particularmente para proteger civis e ajudar a avançar no processo político no país.

O chefe da ONU disse ainda que o mais novo ataque ocorreu enquanto membros da iniciativa de paz e reconciliação da União Africana iniciam suas funções para apoiar o diálogo e ajudar a pôr fim ao conflito no país.


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