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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Capacete-azul morre em ataque contra comboio da ONU na República Centro-Africana

Com mais este ataque, os atos hostis já cobraram a vida de 13 soldados das forças de paz da ONU na República Centro-Africana desde janeiro.


ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou fortemente no domingo (26) o ataque realizado contra um comboio da Missão de Paz na República Centro-Africana (MINUSCA) no sudeste do país, segundo comunicado emitido por seu porta-voz adjunto.


Soldados marroquinos da MINUSCA em Bangui, na República Centro-Africana. Foto: ONU/Catianne Tijerina
Soldados marroquinos da MINUSCA em Bangui, na República Centro-Africana. Foto: ONU/Catianne Tijerina

Como resultado do ataque, um capacete-azul do Egito foi morto e três ficaram feridos. O secretário-geral da ONU enviou suas profundas condolências às famílias das vítimas e ao governo egípcio, desejando rápida recuperação aos feridos.

Com mais este ataque, os atos hostis já cobraram a vida de 13 soldados das forças de paz da ONU na República Centro-Africana desde janeiro.

“O secretário-geral lembra firmemente que ataques contra as forças de paz da ONU podem constituir crimes de guerra. Ele pede que as autoridades da República Centro-Africana investiguem o ataque para levar rapidamente os responsáveis à Justiça”, disse o comunicado.

Guterres também reafirmou a determinação das Nações Unidas para avançar rumo à implementação do mandato da MINUSCA, recentemente renovado pelo Conselho de Segurança, particularmente para proteger civis e ajudar a avançar no processo político no país.

O chefe da ONU disse ainda que o mais novo ataque ocorreu enquanto membros da iniciativa de paz e reconciliação da União Africana iniciam suas funções para apoiar o diálogo e ajudar a pôr fim ao conflito no país.


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