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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Chanceler russo: militantes apoiados pelos EUA representam maior ameaça na Síria

Os militantes de vários grupos apoiados pelos Estados Unidos são quem representa a maior ameaça na Síria, declarou o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov.


Sputnik

"Se vermos quem representa a maior ameaça, são precisamente diversos terroristas estrangeiros tutelados pelos Estados Unidos, militantes que se juntam aos grupos da oposição armada apoiados pelos EUA", afirmou o chanceler.


O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, durante o encontro com os seus homólgos turco e iraniano em Moscou, Rússia, 20 de dezembro de 2016
Sergei Lavrov © Sputnik/ Maksim Blinov

O ministro também sublinhou que as afirmações dos EUA de que não vão retirar suas tropas da Síria até que o processo de paz alcance sucesso contradizem os acordos de Genebra.

De acordo com Lavrov, para os EUA o rumo correto do processo político na Síria é a mudança de regime no país, embora Washington não exija a demissão prévia de Bashar Assad.

"Isso tudo contradiz os acordos de Genebra, contradiz as declarações […] de que o único objetivo dos EUA na Síria é o combate ao terrorismo", disse.

Mais cedo, o chefe do Pentágono, James Mattis, afirmou que a ONU permitiu aos EUA combater no território sírio porque a organização adotou diversas resoluções contra o Daesh, acrescentando também que os EUA não vão retirar suas tropas do país árabe até que as negociações sobre o país em Genebra deem certo.

O conflito armado na Síria continua desde março de 2011. Segundo os dados da ONU, desde então morreram mais de 220 mil pessoas.

Em 2015, os EUA iniciaram na Síria uma campanha contra o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia), sem autorização das autoridades sírias. Desde setembro de 2015, a Rússia, a pedido de Damasco, está efetuando no país uma operação antiterrorista.


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