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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Chanceler russo: militantes apoiados pelos EUA representam maior ameaça na Síria

Os militantes de vários grupos apoiados pelos Estados Unidos são quem representa a maior ameaça na Síria, declarou o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov.


Sputnik

"Se vermos quem representa a maior ameaça, são precisamente diversos terroristas estrangeiros tutelados pelos Estados Unidos, militantes que se juntam aos grupos da oposição armada apoiados pelos EUA", afirmou o chanceler.


O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, durante o encontro com os seus homólgos turco e iraniano em Moscou, Rússia, 20 de dezembro de 2016
Sergei Lavrov © Sputnik/ Maksim Blinov

O ministro também sublinhou que as afirmações dos EUA de que não vão retirar suas tropas da Síria até que o processo de paz alcance sucesso contradizem os acordos de Genebra.

De acordo com Lavrov, para os EUA o rumo correto do processo político na Síria é a mudança de regime no país, embora Washington não exija a demissão prévia de Bashar Assad.

"Isso tudo contradiz os acordos de Genebra, contradiz as declarações […] de que o único objetivo dos EUA na Síria é o combate ao terrorismo", disse.

Mais cedo, o chefe do Pentágono, James Mattis, afirmou que a ONU permitiu aos EUA combater no território sírio porque a organização adotou diversas resoluções contra o Daesh, acrescentando também que os EUA não vão retirar suas tropas do país árabe até que as negociações sobre o país em Genebra deem certo.

O conflito armado na Síria continua desde março de 2011. Segundo os dados da ONU, desde então morreram mais de 220 mil pessoas.

Em 2015, os EUA iniciaram na Síria uma campanha contra o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia), sem autorização das autoridades sírias. Desde setembro de 2015, a Rússia, a pedido de Damasco, está efetuando no país uma operação antiterrorista.


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