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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Chanceler russo: militantes apoiados pelos EUA representam maior ameaça na Síria

Os militantes de vários grupos apoiados pelos Estados Unidos são quem representa a maior ameaça na Síria, declarou o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov.


Sputnik

"Se vermos quem representa a maior ameaça, são precisamente diversos terroristas estrangeiros tutelados pelos Estados Unidos, militantes que se juntam aos grupos da oposição armada apoiados pelos EUA", afirmou o chanceler.


O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, durante o encontro com os seus homólgos turco e iraniano em Moscou, Rússia, 20 de dezembro de 2016
Sergei Lavrov © Sputnik/ Maksim Blinov

O ministro também sublinhou que as afirmações dos EUA de que não vão retirar suas tropas da Síria até que o processo de paz alcance sucesso contradizem os acordos de Genebra.

De acordo com Lavrov, para os EUA o rumo correto do processo político na Síria é a mudança de regime no país, embora Washington não exija a demissão prévia de Bashar Assad.

"Isso tudo contradiz os acordos de Genebra, contradiz as declarações […] de que o único objetivo dos EUA na Síria é o combate ao terrorismo", disse.

Mais cedo, o chefe do Pentágono, James Mattis, afirmou que a ONU permitiu aos EUA combater no território sírio porque a organização adotou diversas resoluções contra o Daesh, acrescentando também que os EUA não vão retirar suas tropas do país árabe até que as negociações sobre o país em Genebra deem certo.

O conflito armado na Síria continua desde março de 2011. Segundo os dados da ONU, desde então morreram mais de 220 mil pessoas.

Em 2015, os EUA iniciaram na Síria uma campanha contra o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia), sem autorização das autoridades sírias. Desde setembro de 2015, a Rússia, a pedido de Damasco, está efetuando no país uma operação antiterrorista.


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