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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Damasco: presença dos EUA na Síria sem consentimento do governo é uma 'agressão'

A diplomacia síria comentou as declarações do secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, que afirmou que a presença dos Estados Unidos na Síria foi aprovada pelas Nações Unidas e que o país estaria envolvido na luta contra o grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico).


Sputnik

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores da Síria, em resposta às declarações do secretário de Defesa norte-americano, qualquer presença estrangeira na Síria sem o consentimento das autoridades do país é uma agressão e uma violação da soberania da Síria. 


Bandeira síria esvoaçando enquanto os carros seguem por ponte durante a hora de ponta, Damasco, Síria
Bandeira da Síria em Damasco, capital do país © AP Photo/ Hassan Ammar

"A Síria mais uma vez declara que a presença de forças americanas ou qualquer outra presença militar na Síria sem o consentimento do governo sírio é uma agressão e uma violação da soberania da Síria, e uma flagrante violação das fundações das Nações Unidas", afirmou a diplomacia síria.

A coalizão liderada pelos Estados Unidos, composta por 70 nações, realiza ataques aéreos, bem como fogo de artilharia terrestre e contra alvos do Daesh no Oriente Médio. Além disso, os ataques no Iraque são conduzidos com o apoio de Bagdá, mas as operações na Síria não são autorizados nem por Damasco nem pelo Conselho de Segurança da ONU.


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