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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

'Dragão asiático' interfere na briga entre EUA e Coreia do Norte

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, comentando a decisão dos EUA de incluir a Coreia do Norte na lista de países que apoiam o terrorismo, afirmou que a China continuará desenvolvendo esforços para atenuar as tensões em vez de avivá-las.


Sputnik

Em 20 de novembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os EUA incluirão a Coreia do Norte na lista de países patrocinadores do terrorismo, acrescentando que este ato supõe intensificar as sanções contra Pyongyang, exercer a máxima pressão sobre o país e fazer com que "o isolamento deste regime mortífero" seja reforçado.


A bandeira da China
Bandeira da China © AP Photo/ Mark Schiefelbein

O Departamento do Tesouro deve anunciar a introdução de novas sanções contra a Coreia do Norte em 21 de novembro.

"A situação na península coreana é complicada e sensível ao máximo, esperamos que as partes respetivas apliquem mais esforços para atenuar as tensões e solucionar o problema coreano via negociações e consultas", disse Lu Kang durante a coletiva de imprensa.

O diplomata se recusou a fazer comentários diretos quanto às sanções que os EUA planejam introduzir contra Pyongyang, frisando que Pequim espera que as partes se reúnam à mesa das negociações.

"Quanto às sanções que o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciará, segundo disse o presidente Donald Trump, não emitiremos juízos antecipados, preferimos fazê-lo partindo de uma situação específica", assinalou.

Lu Kang indicou também que todo o mundo deveria entender que a distensão contribuiria a que as partes regressassem à mesa de negociações.


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