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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

'Dragão asiático' interfere na briga entre EUA e Coreia do Norte

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, comentando a decisão dos EUA de incluir a Coreia do Norte na lista de países que apoiam o terrorismo, afirmou que a China continuará desenvolvendo esforços para atenuar as tensões em vez de avivá-las.


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Em 20 de novembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os EUA incluirão a Coreia do Norte na lista de países patrocinadores do terrorismo, acrescentando que este ato supõe intensificar as sanções contra Pyongyang, exercer a máxima pressão sobre o país e fazer com que "o isolamento deste regime mortífero" seja reforçado.


A bandeira da China
Bandeira da China © AP Photo/ Mark Schiefelbein

O Departamento do Tesouro deve anunciar a introdução de novas sanções contra a Coreia do Norte em 21 de novembro.

"A situação na península coreana é complicada e sensível ao máximo, esperamos que as partes respetivas apliquem mais esforços para atenuar as tensões e solucionar o problema coreano via negociações e consultas", disse Lu Kang durante a coletiva de imprensa.

O diplomata se recusou a fazer comentários diretos quanto às sanções que os EUA planejam introduzir contra Pyongyang, frisando que Pequim espera que as partes se reúnam à mesa das negociações.

"Quanto às sanções que o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciará, segundo disse o presidente Donald Trump, não emitiremos juízos antecipados, preferimos fazê-lo partindo de uma situação específica", assinalou.

Lu Kang indicou também que todo o mundo deveria entender que a distensão contribuiria a que as partes regressassem à mesa de negociações.


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