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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

'Dragão asiático' interfere na briga entre EUA e Coreia do Norte

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, comentando a decisão dos EUA de incluir a Coreia do Norte na lista de países que apoiam o terrorismo, afirmou que a China continuará desenvolvendo esforços para atenuar as tensões em vez de avivá-las.


Sputnik

Em 20 de novembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os EUA incluirão a Coreia do Norte na lista de países patrocinadores do terrorismo, acrescentando que este ato supõe intensificar as sanções contra Pyongyang, exercer a máxima pressão sobre o país e fazer com que "o isolamento deste regime mortífero" seja reforçado.


A bandeira da China
Bandeira da China © AP Photo/ Mark Schiefelbein

O Departamento do Tesouro deve anunciar a introdução de novas sanções contra a Coreia do Norte em 21 de novembro.

"A situação na península coreana é complicada e sensível ao máximo, esperamos que as partes respetivas apliquem mais esforços para atenuar as tensões e solucionar o problema coreano via negociações e consultas", disse Lu Kang durante a coletiva de imprensa.

O diplomata se recusou a fazer comentários diretos quanto às sanções que os EUA planejam introduzir contra Pyongyang, frisando que Pequim espera que as partes se reúnam à mesa das negociações.

"Quanto às sanções que o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciará, segundo disse o presidente Donald Trump, não emitiremos juízos antecipados, preferimos fazê-lo partindo de uma situação específica", assinalou.

Lu Kang indicou também que todo o mundo deveria entender que a distensão contribuiria a que as partes regressassem à mesa de negociações.


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