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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

'Dragão asiático' interfere na briga entre EUA e Coreia do Norte

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, comentando a decisão dos EUA de incluir a Coreia do Norte na lista de países que apoiam o terrorismo, afirmou que a China continuará desenvolvendo esforços para atenuar as tensões em vez de avivá-las.


Sputnik

Em 20 de novembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os EUA incluirão a Coreia do Norte na lista de países patrocinadores do terrorismo, acrescentando que este ato supõe intensificar as sanções contra Pyongyang, exercer a máxima pressão sobre o país e fazer com que "o isolamento deste regime mortífero" seja reforçado.


A bandeira da China
Bandeira da China © AP Photo/ Mark Schiefelbein

O Departamento do Tesouro deve anunciar a introdução de novas sanções contra a Coreia do Norte em 21 de novembro.

"A situação na península coreana é complicada e sensível ao máximo, esperamos que as partes respetivas apliquem mais esforços para atenuar as tensões e solucionar o problema coreano via negociações e consultas", disse Lu Kang durante a coletiva de imprensa.

O diplomata se recusou a fazer comentários diretos quanto às sanções que os EUA planejam introduzir contra Pyongyang, frisando que Pequim espera que as partes se reúnam à mesa das negociações.

"Quanto às sanções que o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciará, segundo disse o presidente Donald Trump, não emitiremos juízos antecipados, preferimos fazê-lo partindo de uma situação específica", assinalou.

Lu Kang indicou também que todo o mundo deveria entender que a distensão contribuiria a que as partes regressassem à mesa de negociações.


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