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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Erdogan rejeita desculpas após seu nome ter sido incluído na 'lista de inimigos' da OTAN

O presidente turco acha que a situação não pode ser resolvida simplesmente com um pedido de desculpas.


Sputnik

O presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan não aceitou as desculpas da OTAN pelo incidente com o "mapa de posições inimigas" que incluía o seu nome, durante as manobras da aliança militar na Noruega, informa o TRT World.


O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, fala a parlamentares durante uma reunião do partido no parlamento em Ancara, 7 de novembro de 2017
O presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan © REUTERS/ Umit Bektas

De acordo com o presidente turco, tal pouca-vergonha não pode ser reparada com "simples desculpas". O que aconteceu mostra "o ponto de vista deformado da OTAN que existe já há algum tempo", afirmou o presidente turco.

No domingo (19) Erdogan declarou que tal comportamento não pode ser "simplesmente desculpado".

"Ontem viram o comportamento ultrajante durante as manobras da OTAN. Não são parvos que cometem determinados erros, são patifes. Isso não pode ser resolvido só com desculpas", afirmou o presidente turco, acrescentando que os ataques verbais à Turquia aumentam por o país estar reforçando seu potencial.

De acordo com ele, se tratou de um ato ultrajante dirigido contra ele próprio e contra o fundador da Turquia o seu primeiro presidente, Ataturk.

Ancara retirou os 40 soldados turcos das manobras da OTAN na Noruega após o incidente. Também na sexta (17) apareceu a informação de que foi iniciado um processo penal contra os funcionários que ofenderam os líderes turcos.


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