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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Erdogan rejeita desculpas após seu nome ter sido incluído na 'lista de inimigos' da OTAN

O presidente turco acha que a situação não pode ser resolvida simplesmente com um pedido de desculpas.


Sputnik

O presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan não aceitou as desculpas da OTAN pelo incidente com o "mapa de posições inimigas" que incluía o seu nome, durante as manobras da aliança militar na Noruega, informa o TRT World.


O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, fala a parlamentares durante uma reunião do partido no parlamento em Ancara, 7 de novembro de 2017
O presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan © REUTERS/ Umit Bektas

De acordo com o presidente turco, tal pouca-vergonha não pode ser reparada com "simples desculpas". O que aconteceu mostra "o ponto de vista deformado da OTAN que existe já há algum tempo", afirmou o presidente turco.

No domingo (19) Erdogan declarou que tal comportamento não pode ser "simplesmente desculpado".

"Ontem viram o comportamento ultrajante durante as manobras da OTAN. Não são parvos que cometem determinados erros, são patifes. Isso não pode ser resolvido só com desculpas", afirmou o presidente turco, acrescentando que os ataques verbais à Turquia aumentam por o país estar reforçando seu potencial.

De acordo com ele, se tratou de um ato ultrajante dirigido contra ele próprio e contra o fundador da Turquia o seu primeiro presidente, Ataturk.

Ancara retirou os 40 soldados turcos das manobras da OTAN na Noruega após o incidente. Também na sexta (17) apareceu a informação de que foi iniciado um processo penal contra os funcionários que ofenderam os líderes turcos.


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