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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Estado Islâmico assassinou 2 pessoas em outubro na Síria, menor número desde 2014

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) assassinou duas pessoas no último mês na Síria, o menor número mensal desde a proclamação de um califado em junho de 2014 por parte dos radicais na Síria e no Iraque, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.


EFE

As duas vítimas foram executadas extrajudicialmente pelo EI acusadas de blasfemar e de bruxaria no leste da província síria de Deir ez-Zor, na fronteira com o território iraquiano.


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Reprodução internet

A ONG destacou que com estes dois chega a 5.102, entre eles 2.870 civis, o número de pessoas mortas pelos extremistas desde o anúncio do califado em 29 de junho de 2014.

A fonte destacou, nesse sentido, que o EI está assistindo ao colapso das suas fileiras e a uma forte perda de território.

O Observatório lembrou que atualmente os jihadistas dominam apenas 3% da superfície da Síria frente à mais da metade do território que chegaram a controlar em 2015.

Os radicais são alvo de uma ofensiva das tropas governamentais nas províncias de Homs e de Deir ez-Zor e de outra das Forças da Síria Democrática (FSD), uma aliança armada liderada por milícias curdas, na segunda região.

Também há presença do EI em alguns pontos da província central de Hama e nas sulinas de Al Quneitra e Deraa, assim como no campo de refugiados palestinos de Al Yarmouk e em áreas contíguas do sul de Damasco.


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