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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Estado-Maior: forças nucleares russas podem causar 'dano inaceitável' a qualquer agressor

As forças nucleares estratégicas da Rússia são capazes de causar um dano inaceitável a qualquer agressor, inclusive aos que possuam sistemas de defesa antimíssil, afirmou o chefe do Estado-Maior General russo, Valery Gerasimov.


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"No total, a porcentagem de armamentos modernos nas forças estratégicas nucleares terrestres, aéreas e navais atinge 74%", afirmou o chefe militar nesta terça-feira (7) durante uma reunião do Ministério da Defesa russo.


Complexo de mísseis Iskander-M
Míssil Iskander M © Sputnik/ Pavel Lisitsyn

Gerasimov sublinhou que "hoje em dia as forças estratégicas nucleares são capazes de causar de modo garantido um dano inaceitável a qualquer agressor", mesmo que este possua sistemas de defesa antimíssil.

O chefe do Estado-Maior também sublinhou que as capacidades de forças estratégicas nucleares aéreas aumentaram mais de 1,5 vezes nos últimos cinco anos.

"O número de aviões capazes de utilizar novos mísseis de cruzeiro aumentou mais de 11 vezes, a porcentagem de porta-mísseis estratégicos modernos subiu 53% comparada com 2012, totalizando 75,7%", disse.

Gerasimov também destacou que a Rússia conseguiu testar quase todos os modernos equipamentos e veículos militares durante a operação antiterrorista na Síria. Segundo ele, as missões de combate realizadas na Síria provaram que os armamentos e equipamentos russos "são uns dos melhores do mundo".


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