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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

Estados Unidos criam exoesqueleto para dotar seus soldados de 'força extra' (video)

A empresa norte-americana, Locheed Martin, há muito trabalha na criação de um exoesqueleto para os soldados do Exército dos EUA a fim de aumentar suas capacidades físicas no campo de batalha. Segundo um estudo do laboratório de Neuromecânica da Universidade de Michigan, o equipamento reduz o esforço envidado no terreno inclinado.


Sputnik

O exoesqueleto, batizado de Fortis, permite aos soldados transportar uma carga de 18 quilos por um terreno inclinado de 15 graus sem aplicar tanta tensão em suas pernas e sem perder tanta energia.


Exoesqueleto | Reprodução Twitter

O Fortis é anexado aos joelhos, ajudando a levantar objetos pesados e subir regiões íngremes. Seu software é a chave do sucesso, tecnologia B-Temia Dermoskeleton, capaz de adivinhar os movimentos que pretende realizar o portador e sincronizá-los com os seus.

Apesar de o exoesqueleto pesar 12 kg, a Lockheed Martin assegura que a carga é distribuída tão perfeitamente que o soldado quase não a sente. A empresa também sublinha que os militares que trabalham com Fortis desempenham pelo menos o dobro e até 27 vezes melhor do que sem o acessório.

Keith Maxwell, diretor do programa Fortis, destaca que o exoesqueleto pode "literalmente" ajudar os soldados norte-americanos a percorrer "mais uns quilômetros" enquanto transportam equipamento militar necessário para missão desempenhada, citado pelo Army Technology.

O passo seguinte do desenvolvimento é continuar os teste e ver como o equipamento responde no ambiente urbano, em que é necessário subir e descer escadas carregando peso.



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