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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

EUA desenvolvem míssil destinado a rivalizar com 'assassino absoluto' da Rússia

Os EUA tencionam desenvolver um míssil capaz de concorrer com o míssil K-77M, batizado de "assassino absoluto" devido às suas capacidades inéditas. O K-77M deverá equipar os caças russos de quinta geração Su-57.


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O Pentágono iniciou o programa de dez anos destinado a desenvolver um novo míssil ar-ar capaz de interceptar alvos a grandes distâncias, anunciou o portal FlightGlobal. 

Míssil ar-terra norte-americano
© Foto: US Air Force / Lance Cheung

Os militares norte-americanos explicam a sua intenção de se dotar de uma arma de longo alcance (LREW, Long Range Engagement Weapon) para "manter o domínio no ar".

Planeja-se que a nova arma, cujo nome ainda não foi revelado, vá concorrer com o míssil russo K-77, com o qual vão ser equipados os caças russos de 5ª geração Su-57.

O futuro míssil deve substituir o míssil ar-ar de médio alcance Raytheon AIM-120 AMRAAM que está em serviço desde 1980.

Com um alcance de 160 km e um sistema integrado de posicionamento por satélite (GPS) a versão mais recente do AIM-120 é menos eficiente do que o "assassino absoluto" K-77M ou os mísseis chineses PL-12D e Pl-21. O AIM-120 não pode aproveitar completamente as tecnologias militares desenvolvidas nos últimos anos.

Uma análise do projeto LREW e seu estudo de viabilidade estão prontos e classificados desde 2016, o Pentágono está atualmente refletindo sobre o projeto do novo míssil, diz o site Popular Mechanics.

Os engenheiros devem, em particular, colocar o radar de varredura eletrônica ativa (AESA) do seu sistema de guiamento no nariz do míssil, melhorando assim a sua capacidade de detecção de alvos. Outra novidade que poderia melhorar o desempenho do míssil é a utilização de motores a jato especiais em vez de motores de foguete para assegurar a propulsão. O míssil deverá voar a uma velocidade de até Mach 4 (5 mil km/h) ou Mach 5 (6 mil km/h).

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