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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

EUA desenvolvem míssil destinado a rivalizar com 'assassino absoluto' da Rússia

Os EUA tencionam desenvolver um míssil capaz de concorrer com o míssil K-77M, batizado de "assassino absoluto" devido às suas capacidades inéditas. O K-77M deverá equipar os caças russos de quinta geração Su-57.


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O Pentágono iniciou o programa de dez anos destinado a desenvolver um novo míssil ar-ar capaz de interceptar alvos a grandes distâncias, anunciou o portal FlightGlobal. 

Míssil ar-terra norte-americano
© Foto: US Air Force / Lance Cheung

Os militares norte-americanos explicam a sua intenção de se dotar de uma arma de longo alcance (LREW, Long Range Engagement Weapon) para "manter o domínio no ar".

Planeja-se que a nova arma, cujo nome ainda não foi revelado, vá concorrer com o míssil russo K-77, com o qual vão ser equipados os caças russos de 5ª geração Su-57.

O futuro míssil deve substituir o míssil ar-ar de médio alcance Raytheon AIM-120 AMRAAM que está em serviço desde 1980.

Com um alcance de 160 km e um sistema integrado de posicionamento por satélite (GPS) a versão mais recente do AIM-120 é menos eficiente do que o "assassino absoluto" K-77M ou os mísseis chineses PL-12D e Pl-21. O AIM-120 não pode aproveitar completamente as tecnologias militares desenvolvidas nos últimos anos.

Uma análise do projeto LREW e seu estudo de viabilidade estão prontos e classificados desde 2016, o Pentágono está atualmente refletindo sobre o projeto do novo míssil, diz o site Popular Mechanics.

Os engenheiros devem, em particular, colocar o radar de varredura eletrônica ativa (AESA) do seu sistema de guiamento no nariz do míssil, melhorando assim a sua capacidade de detecção de alvos. Outra novidade que poderia melhorar o desempenho do míssil é a utilização de motores a jato especiais em vez de motores de foguete para assegurar a propulsão. O míssil deverá voar a uma velocidade de até Mach 4 (5 mil km/h) ou Mach 5 (6 mil km/h).

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