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Mais 2 palestinos morrem após ataque israelense na Faixa de Gaza

Total de mortos chega a 4 após Israel atacar a Faixa de Gaza e atingir militantes do Hamas; confrontos começaram após Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital israelense.
Por G1

Mais dois palestinos morreram neste sábado (9) em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza contra alvos do movimento palestino Hamas. A Defesa de Israel disse que o bombardeio foi uma resposta a um foguete lançado pelo Hamas na sexta-feira. Os confrontos começaram após o presidente norte-americano, Donald Trump, reconhecer Jerusalém como a capital israelense nesta semana.

"Na manhã de sábado, equipes de resgate encontraram os corpos de dois palestinos que morreram em ataques aéreos israelenses na noite passada no norte da Faixa de Gaza", disse o porta-voz Ashraf Al Qedra.

Com essas duas mortes, subiu para quatro o número de palestinos mortos desde a última sexta-feira (8). Já são mais de 300 feridos desde que o grupo islâmico voltou a atacar Israel, após a decisão do governo americano, tomada na…

EUA em Kunduz: Ataque aéreo contra Talibã vitimou crianças

Na cidade de Kunduz, capital da província com o mesmo nome, localizada no nordeste do Afeganistão, uma comissão especial continua o seu trabalho sob a chefia do vice-ministro da Defesa do país, Hilalutdin Hilal.


Sputnik

A comissão está investigando a morte de 32 pessoas e ferimentos de 27 de outros civis, inclusive mulheres e crianças, ocorridos na semana passada durante o ataque aéreo da Força Aérea americana na região da povoação de Buz-e Qandaghari.


Após ataque em Kunduz - Crianças mortas cobertas com lona
Após ataque em Kunduz - Crianças mortas cobertas com lona © SPUTNIK/ AJMAL TAREEN

O representante oficial do Ministério da Defesa afegão, Davlat Vaziri, declarou durante o encontro com anciões de tribos no escritório do governador da província de Kunduz, que caso seja estabelecida a culpa de funcionários de órgãos de poder locais, eles serão punidos.

Pelo menos, ele prometeu que a investigação será realizada cuidadosamente e imparcialmente para apresentar os resultados ao presidente do país e estabelecer a medida de coação.

Lembramos que, na noite de 2 para 3 de novembro, durante uma operação antiterrorista, um destacamento especial das forças nacionais do Afeganistão, com a ajuda de militares americanos, desembarcou na região de Buz-e Qandaghari, onde se tornou alvo de ataque de militantes do movimento Talibã (considerado terrorista e proibido na Rússia). Como resultado, eles pediram ajuda às forças internacionais de apoio à segurança sob a chefia dos EUA e Força Aérea do Afeganistão. Após isso, foram realizados ataques aéreos contra as posições de militantes. As baixas americanas totalizaram dois homens mortos e quatro feridos e o exército afegão perdeu quatro soldados das forças especiais.

De acordo com os dados preliminares, no ataque morreram 32 civis, dos quais 12 são crianças (fotos do local mostram pessoas cercando os corpos das crianças mortas cobertos com panos).

Na entrevista à Sputnik, Dari Davlat Vaziri responsabilizou os terroristas do Talibã pela morte de civis. Os extremistas “estavam usando as casas deles como escudo humano”. Segundo ele divulgou, durante o combate foram liquidados 30 talibãs, inclusive cerca de 10 chefes de campo: o mulá Ziyarrahmah Muttaqi, o mulá Mustafa, o mulá Mahmadyar, o mulá Kari Bilal, Kari Jamal e outros.

"Sim, nós admitimos haver baixas entre civis. Estes são cidadãos do Afeganistão, eles tiveram uma morte de mártir, o Ministério da Defesa sente muito. Mas repito, nós tiramos conclusões das falhas e vemos vantagens e desvantagens," declarou.

Segundo ele, os terroristas liquidados estavam preparando um ataque contra Kunduz. Após os acontecimentos, na cidade foram realizados protestos exigindo investigar a morte de civis até quinta-feira sob ameaça de bloqueio de rodovias.

Mas, enquanto a investigação está sendo realizado, a cidade está sob ameaça de crise humanitária que pode se espalhar por todo o país.

Além do mais, como descobriu um correspondente da Sputnik Dari, quase 170 crianças menores de 5 anos na província de Kunduz, por razões de segurança, não receberão na devida altura as vacinas no âmbito da campanha iniciada no país de prevenção da poliomielite.


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