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Caça F-22 dos EUA faz pouso de emergência no Alasca

Nesta quarta-feira (11), um caça de quinta geração F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA fez um pouso de emergência em uma base militar no Alasca, de acordo com a agência AP.
Sputnik

De acordo com a agência, a aeronave aterrissou na base de Elmendorf-Richardson, na cidade de Anchorage, devido a uma falha no funcionamento do chassi de aterrissagem.

As imagens do acidente divulgadas pelo Facebook demonstram que uma das rodas não saiu e a aeronave acabou pousando sobre sua asa esquerda.

O piloto saiu ileso. Entretanto, a porta-voz da Força Aérea dos EUA, Erin Eaton, informou sobre o início de uma investigação da ocorrência.

Outros acidentes

O avião F-22 é um caça bimotor monolugar produzido pela corporação norte-americana Lockheed Martin. A Força Aérea dos EUA conta com 186 aeronaves do modelo.

Em abril, foi registrada uma falha de motor em um F-22 durante a decolagem da base aérea de Fallon, como resultado a aeronave acabou caindo sobre a pista.

Outro acidente, que também ocorreu em abril, teve lu…

Eurodeputado: OTAN planeja criar 'Shengen militar' que 'aumentará tensões com Rússia'

O anúncio por parte da OTAN, de um acordo para melhorar e facilitar o deslocamento das forças militares entre seus membros é "uma ameaça para a União Europeia" que também pode aumentar as tensões da Aliança Atlântica com a Rússia, acredita o eurodeputado da Esquerda Unida, Javier Couso.


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"A OTAN pretende estabelecer uma espécie de Schengen militar na Europa que aumentará as tensões com Rússia", assegurou o deputado, segundo consta o comunicado divulgado pelo seu partido.


Mapa da Europa
Mapa da Europa | CC0 / Pixabay

Couso vê a criação dessa zona de "liberdade de movimentos tanto de tropas como de armamento" como um meio que permitirá a Aliança Atlântica "não ser limitada pelas disposições dos Estados em matéria de transporte militar".

Apesar da recente declaração do secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, da qual as medidas visam "melhorar a mobilidade de forças militares na Europa", Couso considera que a consequência principal desta decisão será o aumento das tensões com Moscou.

Segundo o eurodeputado, a OTAN tem a "nítida vontade" de "dispor das tropas e armas no menor tempo e com o menor número de obstáculos possíveis nas zonas de atrito com a Rússia".

"Se aumentarmos a presença militar, o oponente, neste caso a Rússia, irá responder de igual modo", destacou, avisando que assim, os acordos de controle de armas estratégicas e tácticas estarão em perigo.

Ao mesmo tempo, o deputado expressou seu lamento quanto à "imposição da visão dos EUA, em vez da europeia", que deveria ser "mais sossegada" e "basear-se em apoio da paz e harmonização com um vizinho como a Rússia".


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