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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Eurodeputado: OTAN planeja criar 'Shengen militar' que 'aumentará tensões com Rússia'

O anúncio por parte da OTAN, de um acordo para melhorar e facilitar o deslocamento das forças militares entre seus membros é "uma ameaça para a União Europeia" que também pode aumentar as tensões da Aliança Atlântica com a Rússia, acredita o eurodeputado da Esquerda Unida, Javier Couso.


Sputnik

"A OTAN pretende estabelecer uma espécie de Schengen militar na Europa que aumentará as tensões com Rússia", assegurou o deputado, segundo consta o comunicado divulgado pelo seu partido.


Mapa da Europa
Mapa da Europa | CC0 / Pixabay

Couso vê a criação dessa zona de "liberdade de movimentos tanto de tropas como de armamento" como um meio que permitirá a Aliança Atlântica "não ser limitada pelas disposições dos Estados em matéria de transporte militar".

Apesar da recente declaração do secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, da qual as medidas visam "melhorar a mobilidade de forças militares na Europa", Couso considera que a consequência principal desta decisão será o aumento das tensões com Moscou.

Segundo o eurodeputado, a OTAN tem a "nítida vontade" de "dispor das tropas e armas no menor tempo e com o menor número de obstáculos possíveis nas zonas de atrito com a Rússia".

"Se aumentarmos a presença militar, o oponente, neste caso a Rússia, irá responder de igual modo", destacou, avisando que assim, os acordos de controle de armas estratégicas e tácticas estarão em perigo.

Ao mesmo tempo, o deputado expressou seu lamento quanto à "imposição da visão dos EUA, em vez da europeia", que deveria ser "mais sossegada" e "basear-se em apoio da paz e harmonização com um vizinho como a Rússia".


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