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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Eurodeputado: OTAN planeja criar 'Shengen militar' que 'aumentará tensões com Rússia'

O anúncio por parte da OTAN, de um acordo para melhorar e facilitar o deslocamento das forças militares entre seus membros é "uma ameaça para a União Europeia" que também pode aumentar as tensões da Aliança Atlântica com a Rússia, acredita o eurodeputado da Esquerda Unida, Javier Couso.


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"A OTAN pretende estabelecer uma espécie de Schengen militar na Europa que aumentará as tensões com Rússia", assegurou o deputado, segundo consta o comunicado divulgado pelo seu partido.


Mapa da Europa
Mapa da Europa | CC0 / Pixabay

Couso vê a criação dessa zona de "liberdade de movimentos tanto de tropas como de armamento" como um meio que permitirá a Aliança Atlântica "não ser limitada pelas disposições dos Estados em matéria de transporte militar".

Apesar da recente declaração do secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, da qual as medidas visam "melhorar a mobilidade de forças militares na Europa", Couso considera que a consequência principal desta decisão será o aumento das tensões com Moscou.

Segundo o eurodeputado, a OTAN tem a "nítida vontade" de "dispor das tropas e armas no menor tempo e com o menor número de obstáculos possíveis nas zonas de atrito com a Rússia".

"Se aumentarmos a presença militar, o oponente, neste caso a Rússia, irá responder de igual modo", destacou, avisando que assim, os acordos de controle de armas estratégicas e tácticas estarão em perigo.

Ao mesmo tempo, o deputado expressou seu lamento quanto à "imposição da visão dos EUA, em vez da europeia", que deveria ser "mais sossegada" e "basear-se em apoio da paz e harmonização com um vizinho como a Rússia".


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