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Águas 'quentes' da Síria: fragata russa persegue submarino nuclear dos EUA

Durante sua última missão no mar Mediterrâneo em abril passado, a fragata Admiral Essen da Marinha russa conseguiu detectar e perseguir um submarino nuclear dos EUA perto da costa síria. Essa informação foi só agora tornada pública.
Sputnik

A fragata Admiral Essen, pertencente à Frota do Mar Negro, perseguiu o submarino estadunidense da classe Ohio durante mais de duas horas, comunica o jornal russo Izvestiya, citando o Estado-Maior da Marinha russa.

A tripulação do navio russo registrou os parâmetros principais do submarino para, em seguida, os adicionar ao retrato acústico do submersível.

A fragata havia partido para o mar Mediterrâneo em março e regressou à base de Sevastopol no fim de junho. Encontrava-se na zona costeira síria quando os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria com mísseis.

Além disso, no decurso da missão, a sua tripulação realizou uma série de manobras táticas. Em particular, treinou ataques contra alvos marítimos e aéreos, combate em grupo e isolado, bem como…

Eurodeputado: OTAN planeja criar 'Shengen militar' que 'aumentará tensões com Rússia'

O anúncio por parte da OTAN, de um acordo para melhorar e facilitar o deslocamento das forças militares entre seus membros é "uma ameaça para a União Europeia" que também pode aumentar as tensões da Aliança Atlântica com a Rússia, acredita o eurodeputado da Esquerda Unida, Javier Couso.


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"A OTAN pretende estabelecer uma espécie de Schengen militar na Europa que aumentará as tensões com Rússia", assegurou o deputado, segundo consta o comunicado divulgado pelo seu partido.


Mapa da Europa
Mapa da Europa | CC0 / Pixabay

Couso vê a criação dessa zona de "liberdade de movimentos tanto de tropas como de armamento" como um meio que permitirá a Aliança Atlântica "não ser limitada pelas disposições dos Estados em matéria de transporte militar".

Apesar da recente declaração do secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, da qual as medidas visam "melhorar a mobilidade de forças militares na Europa", Couso considera que a consequência principal desta decisão será o aumento das tensões com Moscou.

Segundo o eurodeputado, a OTAN tem a "nítida vontade" de "dispor das tropas e armas no menor tempo e com o menor número de obstáculos possíveis nas zonas de atrito com a Rússia".

"Se aumentarmos a presença militar, o oponente, neste caso a Rússia, irá responder de igual modo", destacou, avisando que assim, os acordos de controle de armas estratégicas e tácticas estarão em perigo.

Ao mesmo tempo, o deputado expressou seu lamento quanto à "imposição da visão dos EUA, em vez da europeia", que deveria ser "mais sossegada" e "basear-se em apoio da paz e harmonização com um vizinho como a Rússia".


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