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Mais 2 palestinos morrem após ataque israelense na Faixa de Gaza

Total de mortos chega a 4 após Israel atacar a Faixa de Gaza e atingir militantes do Hamas; confrontos começaram após Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital israelense.
Por G1

Mais dois palestinos morreram neste sábado (9) em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza contra alvos do movimento palestino Hamas. A Defesa de Israel disse que o bombardeio foi uma resposta a um foguete lançado pelo Hamas na sexta-feira. Os confrontos começaram após o presidente norte-americano, Donald Trump, reconhecer Jerusalém como a capital israelense nesta semana.

"Na manhã de sábado, equipes de resgate encontraram os corpos de dois palestinos que morreram em ataques aéreos israelenses na noite passada no norte da Faixa de Gaza", disse o porta-voz Ashraf Al Qedra.

Com essas duas mortes, subiu para quatro o número de palestinos mortos desde a última sexta-feira (8). Já são mais de 300 feridos desde que o grupo islâmico voltou a atacar Israel, após a decisão do governo americano, tomada na…

Explosão de baterias é uma das hipóteses para sumiço de submarino

O submarino argentino ARA San Juan permanece desaparecido no oceano Atlântico há oito dias, com 44 pessoas a bordo.


RFi

A Marinha argentina informou nesta quarta-feira (22) que investiga um ruído detectado no oceano Atlântico cerca de três horas após a última comunicação com o submarino desaparecido desde a manhã de 15 de novembro. No momento do contato, a embarcação navegava pelo Golfo San Jorge, a 450 km da costa argentina.


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O ARA San Juan é um dos submarinos TR-1700 da Armada Argentina

O porta-voz da Marinha, Enrique Balbi, disse nesta quarta-feira (22) que uma "anomalia hidroacústica" foi interceptada "30 milhas ao norte de onde foi feito o último contato da tripulação e no caminho para Mar del Plata". O porta-voz não quis comentar a hipótese do ruído ser proveniente de uma explosão. 


Questionado sobre essa possibilidade, ele respondeu que "não faz conjecturas" e que é "preciso confirmar e investigar" o ruído. "Não vamos deixar isto (ruído) passar", enfatizou.

Na noite desta quarta-feira (22) três navios argentinos chegaram à zona indicada para uma busca. O avião de patrulha americano P-8 Poseidón, que colabora nas operações, deve fornecer em breve informações captadas por boias sonoras lançadas na região.

A situação é critica e se agrava com o avanço das horas devido ao fim do estoque de oxigênio a bordo.

Homenagem à tripulação


As autoridades argentinas já não escondem o pessimismo pela falta de indícios sobre a localização do submarino. Em uma homenagem feita nesta quarta-feira (22) na Câmara dos Deputados, a deputada Silvia Lospennato leu os nomes dos 44 tripulantes e encerrou dizendo: "Esperamos vocês em casa".

Ontem, ao falar à imprensa local pela primeira vez, a juíza Marta Yañez, responsável pela investigação do caso, justificou a cautela da Marinha: "Estamos falando de uma embarcação de guerra, há informações muito sensíveis". Ela afirmou que "não há delito a investigar" e que a justiça busca apenas determinar as condições de imersão do equipamento.

O submarino havia zarpado no dia 11 de novembro de Ushuaia (3.200 km ao sul) para voltar à base de Mar del Plata (400 km ao sul). Na última comunicação, o comandante do San Juan informou à base naval um problema nas baterias e afirmou que seguiria a rota prevista. A embarcação deveria ter chegado em Mar del Plata no dia 19 ou 20.

Ao todo, 14 navios, 12 aviões e 4 mil homens participam das operações de busca, que incluem contingentes de Brasil, Alemanha, Canadá, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, França, Noruega, Peru, Grã-Bretanha e Uruguai.

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