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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Explosão de baterias é uma das hipóteses para sumiço de submarino

O submarino argentino ARA San Juan permanece desaparecido no oceano Atlântico há oito dias, com 44 pessoas a bordo.


RFi

A Marinha argentina informou nesta quarta-feira (22) que investiga um ruído detectado no oceano Atlântico cerca de três horas após a última comunicação com o submarino desaparecido desde a manhã de 15 de novembro. No momento do contato, a embarcação navegava pelo Golfo San Jorge, a 450 km da costa argentina.


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O ARA San Juan é um dos submarinos TR-1700 da Armada Argentina

O porta-voz da Marinha, Enrique Balbi, disse nesta quarta-feira (22) que uma "anomalia hidroacústica" foi interceptada "30 milhas ao norte de onde foi feito o último contato da tripulação e no caminho para Mar del Plata". O porta-voz não quis comentar a hipótese do ruído ser proveniente de uma explosão. 


Questionado sobre essa possibilidade, ele respondeu que "não faz conjecturas" e que é "preciso confirmar e investigar" o ruído. "Não vamos deixar isto (ruído) passar", enfatizou.

Na noite desta quarta-feira (22) três navios argentinos chegaram à zona indicada para uma busca. O avião de patrulha americano P-8 Poseidón, que colabora nas operações, deve fornecer em breve informações captadas por boias sonoras lançadas na região.

A situação é critica e se agrava com o avanço das horas devido ao fim do estoque de oxigênio a bordo.

Homenagem à tripulação


As autoridades argentinas já não escondem o pessimismo pela falta de indícios sobre a localização do submarino. Em uma homenagem feita nesta quarta-feira (22) na Câmara dos Deputados, a deputada Silvia Lospennato leu os nomes dos 44 tripulantes e encerrou dizendo: "Esperamos vocês em casa".

Ontem, ao falar à imprensa local pela primeira vez, a juíza Marta Yañez, responsável pela investigação do caso, justificou a cautela da Marinha: "Estamos falando de uma embarcação de guerra, há informações muito sensíveis". Ela afirmou que "não há delito a investigar" e que a justiça busca apenas determinar as condições de imersão do equipamento.

O submarino havia zarpado no dia 11 de novembro de Ushuaia (3.200 km ao sul) para voltar à base de Mar del Plata (400 km ao sul). Na última comunicação, o comandante do San Juan informou à base naval um problema nas baterias e afirmou que seguiria a rota prevista. A embarcação deveria ter chegado em Mar del Plata no dia 19 ou 20.

Ao todo, 14 navios, 12 aviões e 4 mil homens participam das operações de busca, que incluem contingentes de Brasil, Alemanha, Canadá, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, França, Noruega, Peru, Grã-Bretanha e Uruguai.

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