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Única mulher a bordo do submarino argentino desaparecido é oficial pioneira

Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é a 'primeira submarinista' da Argentina. O ARA San Juan desapareceu com 44 tripulantes no Atlântico Sul.
G1

Única mulher no submarino militar argentino desaparecido com 44 tripulantes no Atlântico Sul, Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é descrita pela imprensa local como primeira oficial submarinista do país e da América do Sul. Ela ocupa o cargo de chefe de armas do ARA San Juan, que perdeu contato com a terra na sexta-feira (17).

Eliana nasceu em Oberá, na província de Misiones, no nordeste da Argentina, e só conheceu o mar aos 21 anos de idade, destaca o perfil do jornal "Clarín". Após se formar no ensino médio, ela se matriculou na Universidade de Misiones para fazer faculdade de Engenharia Industrial.

Duas tragédias familiares levaram Eliana a desistir do curso: a morte de um irmão, em um acidente de trânsito, e a morte da mãe, em decorrência de um problema cardíaco.

Em um perfil publicado em 2015 na revista "Viva", que …

'Império subterrâneo' norte-coreano pode causar grandes problemas para os EUA

As fortificações e instalações militares subterrâneas de Pyongyang possuem o potencial para intensificar a capacidade do exército norte-coreano de lançar um ataque surpresa e também prolongar a guerra, informa o The National Interest.


Sputnik

De acordo com a publicação, a Coreia do Norte construiu uma rede extensa de instalações subterrâneas para garantir a vantagem em caso de uma guerra. 


A entrada de um túnel de invasão sob a zona desmilitarizada entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte, vista da parte sul, em 27 de setembro de 2006
Entrada de túnel de invasão sob a zona desmilitarizada entre as Coreias © AFP 2017/ ERIC WISHART

De acordo com Kyle Mizokami um dos primeiros exemplos da construção subterrânea norte-coreana foi a descoberta de vários túneis da Coreia do Norte para a Coreia do Sul na zona desmilitarizada. O primeiro túnel foi construído em 1974 e foi suficientemente grande, garantindo um deslocamento de até 2 mil soldados por hora. Um túnel ainda maior foi descoberto em 1978 também perto da zona desmilitarizada.

Desde então, foram detectados pelo menos mais 4 túneis subterrâneos com eletricidade, sistema de geração de ar e várias vias ferroviárias.

É difícil estimar quantos túneis possui a Coreia do Norte, indica Mizokami no seu artigo no The National Interest. De acordo com um relatório, Kim Il-sung ordenou que cada 10 divisões deslocadas na linha de frente, fossem cavados 2 túneis. Se completo, isso significaria que mais de uma dezena de túneis ainda não foram descobertos.

De acordo com o general aposentado sul-coreano Han Sung-chu, existem pelo menos 84 túneis, com vários destes, que podem chegar até os subúrbios de Seul. Mas o governo sul-coreano não acredita na informação, afirmando que não há provas disso. O último túnel foi encontrado em 1990, e o governo sul-coreano acredita que o perigo inicial de túneis já passou, indica o autor.

Estima-se que a Força Aérea da Coreia do Norte possua três bases subterrâneas. As instalações militares subterrâneas – é uma série de bunkers perto da zona desmilitarizada. De acordo com um delator norte-coreano, desde 2004 o país construiu mais de 800 bunkers. Segundo o jornal militar sul-coreano, os EUA acreditam que o país possui de 600 a 800 abrigos em todo o país.

Além disso, o autor indica que de acordo com as estimações, a Coreia do Norte possa ter 200 cavernas com artilharia perto da zona desmilitarizada que será utilizada em caso de uma invasão da Coreia do Sul.

De acordo com o relatório do Instituto Nautilus, a Coreia do Norte possui "zonas de radar onde pode ser erguido periscópio como de submarinos; bases de barcos de patrulha de submarinos e mísseis em túneis montanhosos; bases subterrâneas onde se deslocam os veículos blindados ou bunkers para a população".

Como é que os EUA devem lidar com as instalações subterrâneas? Primeiro, de acordo com Kyle Mizokami, é preciso localizar as instalações bem escondidas, principalmente através da intercepção das transmissões por rádio pelos serviços de inteligência.

Após encontrar a localização, existem três cenários como lidar com o império subterrâneo norte-coreano, afirma ele. A primeira opção é bombardeá-lo. Mas os bombardeamentos podem causar desmoronamentos que vão dificultar a entrada das próprias tropas dos EUA e da Coreia do Sul. Mais uma opção é deslocar as tropas perto dos túneis e simplesmente matar algumas pessoas ao saírem do túnel. Segundo o autor, a opção mais efetiva e ao mesmo tempo mais perigosa seria invadir os túneis.


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