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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Marinha da Argentina diz que não busca mais sobreviventes de submarino desaparecido

'Não foi encontrada nenhuma evidência de naufrágio', diz porta-voz. Buscas pelo veículo continuam.


Por G1


A Marinha da Argentina anunciou nesta quinta-feira (30) que não busca mais sobreviventes do submarino militar desaparecido há 15 dias, mas as buscas pelo veículo continuam.

Submarino argentino desaparece no oceano (Foto: Arte/G1)
Submarino argentino desaparece no oceano (Foto: Arte/G1)

O ARA San Juan desapareceu com 44 tripulantes a bordo no dia 15 de novembro, quando navegava pelo Golfo de São Jorge. O submarino havia zarpado no domingo 11 de novembro de Ushuaia para retornar a Mar del Plata, sua base habitual. Em sua última comunicação, informou que uma entrada de água pelo sistema de ventilação provocou um princípio de incêndio na casa de baterias.

"O Ministério de Defesa e a Marinha argentina informam que hoje, quinta-feira, se declara encerrado o caso SAR do submarino San Juan, mudando a fase de buscas", disse o porta-voz da Marinha, Enrique Balbi. A nova fase continua com as buscas pelo submarino, acrescentou.

Segundo ele, o caso SAR tinha como missão o "salvar pessoas em perigo na área marítima com o fim de preservar a vida humana". No entanto, a rede de cooperação para as busas "com pessoal altamente capacitado e as tecnologias mais avançadas do mundo não encontraram nenhuma evidência de naufrágio nas áreas exploradas", acrescentou.

"A quantidade de dias que determinam as possibilidades de resgate se estendeu até mais que o dobro", disse Balbi.

Na semana passada, a Marinha declarou que foi detectado um "evento consistente com uma explosão" após o último contato do submarino, em local próximo a sua última localização conhecida. A notícia provocou revolta e foi recebida pelas famílias como uma confirmação da morte dos 44 tripulantes.

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