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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Melhoria do clima renova esperanças em busca de submarino argentino

O clima favorável no Atlântico Sul melhorou nesta terça-feira as perspectivas de encontrar um submarino argentino desaparecido há seis dias em meio a uma busca desesperada por ar e por mar para encontrar seus 44 tripulantes com vida.


Por Walter Bianchi e Nicolás Misculin | Reuters

Os meteorologistas esperavam ondas de cerca de 2 metros na área de busca do submarino ARA San Juan no litoral argentino, muito inferiores às de 8 metros registradas no final de semana.


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Submarino argentino ARA San Juan | Reprodução internet

Até agora a operação, que envolve uma dúzia de aviões e barcos de Argentina, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil e Chile, vasculhou cerca de 80 por cento da área na qual se calcula que o submarino poderia estar depois de sofrer um problema elétrico.

“Hoje é um dia chave”, disse María Victoria Morales, mãe do tripulante Luis García, um eletricista, no balneário argentino de Mar del Plata, onde está a base naval rumo à qual o submarino se dirigia depois de partir de Ushuaia, a cidade mais austral do mundo.

“Sabemos que são profissionais de primeira, estamos esperançosos”, acrescentou ela na base, onde espera junto com as demais famílias.

A busca pelo submarino, que não se sabe se está na superfície ou submerso, desacelerou nos últimos dias devido ao vento forte e a tempestades, por isso agora se espera que a operação será acelerada.

“Confiamos que os barcos designados em cada uma das áreas possam fazer um patrulhamento marítimo eficaz e não estejam contornando o temporal como andaram fazendo nos últimos dias”, disse Enrique Balbi, porta-voz da Armada argentina, na noite de segunda-feira.

Em meio à operação de contagem regressiva --porque se desconhece quanto tempo pode durar o oxigênio da embarcação caso esta não tenha conseguido renovar o ar--, a Marinha dos EUA enviou dispositivos de resgate e pessoal especializado.

Também na noite de segunda-feira a Marinha disse que os navios Skandi Patagonia e Sophie Siem, da empresa Total, chegaram a Comodoro Rivadavia, na Patagônia, para trasladar à zona de busca um veículo de resgate operado remotamente, um mini-submarino e um sino de mergulho enviados pelos Estados Unidos.


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