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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Nas mãos da OTAN, 'Geórgia é objeto e não sujeito'

Washington e Tbilisi deliberaram aumentar a escala dos treinamentos militares conjuntos com participação dos países da OTAN.


Sputnik

A assessoria de imprensa do Ministério da Defesa da Geórgia informou que tal acordo foi alcançado durante o encontro entre o ministro da Defesa georgiano, Levan Izoria, e o conselheiro do presidente dos EUA para a defesa nacional, Herbert McMaster, na Casa Branca.


M1A2 Abrams nos exercícios conjuntos dos EUA e Geórgia em 5 de maio, 2016
Exercício militar entre EUA e Geórgia © REUTERS/ David Mdzinarishvili

Comentando o encontro, o ministro georgiano destacou que as relações com o parceiro estratégico (Washington) se elevam a um outro nível e se tornam cada vez mais intensas.

No entanto, os analistas militares não são tão otimistas quanto ao assunto. Aleksandr Pylyaev, analista militar russo, afirmou ao serviço russo da Rádio Sputnik que, uma vez entrada na esfera de interesses dos EUA, a Geórgia não terá possibilidade de sair dela sem conflitos.

"Não falaria da Geórgia como um jogador geopolítico ativo. Ela não é sujeito, é objeto. No que diz respeito à integração da Geórgia na OTAN, acho que tal perspectiva é possível, mas não no próximo decênio", opinou o analista.

Para ele, tal "namorico" com Tbilisi por parte de Washington é, em primeiro lugar, uma alavanca política e não militar. A Geórgia está em uma determinada órbita política e ninguém deixará que saia dela, frisou.

Pylyaev, falando das relações entre os EUA e a Geórgia, faz alusão ao chacal e ao tigre do livro sobre Mogli. Tbilisi, como um "cachorro fiel", sempre seguirá os interesses de Washington.

"A Geórgia vai participar de todas operações que sejam do interesse da OTAN e vai fazê-lo sem lamentos e gemidos, a despeito de todas as baixas nessas campanhas aventureiras", resumiu.


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