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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Nas mãos da OTAN, 'Geórgia é objeto e não sujeito'

Washington e Tbilisi deliberaram aumentar a escala dos treinamentos militares conjuntos com participação dos países da OTAN.


Sputnik

A assessoria de imprensa do Ministério da Defesa da Geórgia informou que tal acordo foi alcançado durante o encontro entre o ministro da Defesa georgiano, Levan Izoria, e o conselheiro do presidente dos EUA para a defesa nacional, Herbert McMaster, na Casa Branca.


M1A2 Abrams nos exercícios conjuntos dos EUA e Geórgia em 5 de maio, 2016
Exercício militar entre EUA e Geórgia © REUTERS/ David Mdzinarishvili

Comentando o encontro, o ministro georgiano destacou que as relações com o parceiro estratégico (Washington) se elevam a um outro nível e se tornam cada vez mais intensas.

No entanto, os analistas militares não são tão otimistas quanto ao assunto. Aleksandr Pylyaev, analista militar russo, afirmou ao serviço russo da Rádio Sputnik que, uma vez entrada na esfera de interesses dos EUA, a Geórgia não terá possibilidade de sair dela sem conflitos.

"Não falaria da Geórgia como um jogador geopolítico ativo. Ela não é sujeito, é objeto. No que diz respeito à integração da Geórgia na OTAN, acho que tal perspectiva é possível, mas não no próximo decênio", opinou o analista.

Para ele, tal "namorico" com Tbilisi por parte de Washington é, em primeiro lugar, uma alavanca política e não militar. A Geórgia está em uma determinada órbita política e ninguém deixará que saia dela, frisou.

Pylyaev, falando das relações entre os EUA e a Geórgia, faz alusão ao chacal e ao tigre do livro sobre Mogli. Tbilisi, como um "cachorro fiel", sempre seguirá os interesses de Washington.

"A Geórgia vai participar de todas operações que sejam do interesse da OTAN e vai fazê-lo sem lamentos e gemidos, a despeito de todas as baixas nessas campanhas aventureiras", resumiu.


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