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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Nas mãos da OTAN, 'Geórgia é objeto e não sujeito'

Washington e Tbilisi deliberaram aumentar a escala dos treinamentos militares conjuntos com participação dos países da OTAN.


Sputnik

A assessoria de imprensa do Ministério da Defesa da Geórgia informou que tal acordo foi alcançado durante o encontro entre o ministro da Defesa georgiano, Levan Izoria, e o conselheiro do presidente dos EUA para a defesa nacional, Herbert McMaster, na Casa Branca.


M1A2 Abrams nos exercícios conjuntos dos EUA e Geórgia em 5 de maio, 2016
Exercício militar entre EUA e Geórgia © REUTERS/ David Mdzinarishvili

Comentando o encontro, o ministro georgiano destacou que as relações com o parceiro estratégico (Washington) se elevam a um outro nível e se tornam cada vez mais intensas.

No entanto, os analistas militares não são tão otimistas quanto ao assunto. Aleksandr Pylyaev, analista militar russo, afirmou ao serviço russo da Rádio Sputnik que, uma vez entrada na esfera de interesses dos EUA, a Geórgia não terá possibilidade de sair dela sem conflitos.

"Não falaria da Geórgia como um jogador geopolítico ativo. Ela não é sujeito, é objeto. No que diz respeito à integração da Geórgia na OTAN, acho que tal perspectiva é possível, mas não no próximo decênio", opinou o analista.

Para ele, tal "namorico" com Tbilisi por parte de Washington é, em primeiro lugar, uma alavanca política e não militar. A Geórgia está em uma determinada órbita política e ninguém deixará que saia dela, frisou.

Pylyaev, falando das relações entre os EUA e a Geórgia, faz alusão ao chacal e ao tigre do livro sobre Mogli. Tbilisi, como um "cachorro fiel", sempre seguirá os interesses de Washington.

"A Geórgia vai participar de todas operações que sejam do interesse da OTAN e vai fazê-lo sem lamentos e gemidos, a despeito de todas as baixas nessas campanhas aventureiras", resumiu.


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